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Rio Grande do Sul Em Porto Alegre, ministra da Saúde anuncia plano para reduzir fila do SUS no Rio Grande do Sul

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As áreas prioritárias contempladas incluem oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia.

Foto: Walterson Rosa/MS
As áreas prioritárias contempladas incluem oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia. (Foto: Walterson Rosa/MS)

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou nessa sexta-feira (24), em Porto Alegre, uma série de medidas voltadas ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul. O Plano de Ação Regional do programa Mais Acesso a Especialistas tem como objetivo reduzir o tempo de espera para consultas e exames especializados, organizando o fluxo de atendimento nas unidades de saúde.

O programa prevê que pacientes com suspeita de câncer obtenham diagnóstico em até 30 dias, enquanto outras especialidades terão prazo de até 60 dias. As áreas prioritárias contempladas incluem oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia.

Para a implementação do programa, no Rio Grande do Sul, foram destinados R$ 65 milhões, com planos de ação já aprovados para a primeira fase do programa. Os municípios contarão com suporte técnico e financeiro do Ministério da Saúde para a organização da demanda e ampliação dos atendimentos especializados.

“Estamos investindo para que as pessoas tenham acesso ao diagnóstico e tratamento sem burocracias e longas esperas. Tempo é saúde, e nosso foco é garantir celeridade e qualidade no atendimento”, destacou a ministra.

Rede Alyne

Na agenda, a ministra também apresentou a Rede Alyne, iniciativa que substitui a antiga Rede Cegonha e tem como meta reduzir a mortalidade materna em 25% até 2027. A ação prioriza a ampliação do atendimento pré-natal, parto e pós-parto, com foco especial nas mulheres em situação de vulnerabilidade, principalmente as mulheres negras.

“A Rede Alyne é um compromisso com a vida das mulheres brasileiras, garantindo que todas tenham acesso a um atendimento seguro, digno e de qualidade, independentemente de onde vivam”, ressaltou Nísia.

No Rio Grande do Sul, estão previstas a construção de uma maternidade em Porto Alegre e de um Centro de Parto Normal em Bagé, como parte das ações para melhorar a assistência às gestantes e puérperas no Estado.

Também nesta sexta, na capital gaúcha, a ministra visitou o Hospital Cristo Redentor para a entrega de novos equipamentos de saúde.

“A saúde pública precisa ser ágil, eficaz e acessível para todos. Com esse programa, estamos garantindo um SUS mais organizado e resolutivo para a população gaúcha, especialmente diante dos desafios que o estado enfrenta na reconstrução dos seus serviços de saúde”, disse.

Dengue

Outro ponto da agenda da ministra foi o reforço das ações de controle da dengue e outras arboviroses. Em parceria com os municípios, o Ministério da Saúde irá intensificar campanhas de prevenção e implementar novas tecnologias, como o Método Wolbachia e as Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs), que atuam de forma eficaz no controle da proliferação do Aedes aegypti.

“A prevenção é fundamental. Contamos com a mobilização de todos os gestores municipais e estaduais para garantir que as ações de controle da dengue sejam eficientes e alcancem toda a população”, enfatizou a ministra.

Ao final da visita, Nísia Trindade reafirmou o compromisso do Ministério da Saúde com a população do Rio Grande do Sul.

“Estamos aqui para trabalhar juntos, inovar e reconstruir, sempre com o foco em cuidar bem das pessoas. O SUS é a base da saúde pública do Brasil, e queremos fortalecê-lo cada vez mais”, concluiu.

Durante a visita ao Estado, Nísia Trindade também anunciou investimentos na infraestrutura hospitalar, com a destinação de R$ 59,4 milhões para a construção de novas salas cirúrgicas e leitos no Hospital Regional de Pronto Socorro (HRPS), em Pelotas. Além disso, o Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) receberá R$ 265 milhões para a construção de uma nova sede, com previsão de conclusão até 2027.

Segundo a ministra, a reconstrução do sistema de saúde depende da parceria entre governo federal, estados e municípios. “Estamos comprometidos em garantir um atendimento eficiente e acessível para toda a população, fortalecendo a infraestrutura e os serviços oferecidos pelo SUS”, afirmou.

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7 Comentários
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Fernando Krause
24 de janeiro de 2025 23:50

Uma socióloga cumpanhera esquerdo-militante que não sabe nada de saúde…

Bidio Rosa
25 de janeiro de 2025 08:38

No Brasil Já Teve un Grande Ministro /
Da Saúde ? Foi no Governo Bolsonaro/
Ministro Pazuelo ?

Bidio Rosa
25 de janeiro de 2025 11:06

700 Mil Mortos de Covid/
E Un Grade Ministro? Kkk

Joao Batista Santos Silva
25 de janeiro de 2025 10:39

Mais uma que aprendeu a mentir.

Jairo Vivian
25 de janeiro de 2025 11:29

Não é necessário fazer planos, é só colocar a mão na massa. Ufa governo devagar quase parando

Rogerio Zacher
25 de janeiro de 2025 11:47

Anunciar medidas!!! Me desculpe mas isso já deveria estar sendo realizado há muito tempo!

Flavio Finardi
25 de janeiro de 2025 13:57

ACREDITO também em saci pererê, mula sem cabeça, coelho da páscoa, papai noel. Entra governo, sai governo e todos tem uma fórmula mágica que vai finalmente vai resolver o problema crônico e gigantesco da saúde pública, nunca foi e nunca será resolvido enquanto os recursos que deveriam ser destinados para este setor forem surrupiados, saqueados, ROUBADOS, agora, verba para seus bolsos, fundão, emendas que ninguém sabe o destino, lei Ruanet, janjapaloosa, ongs cabulosas, vultuosos salários acrescidos de montanhas de benefícios, lagosta,queijos finos,champanhe, vinhos importados premiados, aviões , turismo pelo mundo etc… ah isso não pode faltar. Para o povo também… Leia mais »

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