Quarta-feira, 04 de novembro de 2026
Por Redação O Sul | 5 de janeiro de 2026
Samuel Moncada classificou a captura de Maduro como "um ataque armado ilegítimo".
Foto: ReproduçãoO embaixador da Venezuela na Organização das Nações Unidas (ONU), Samuel Moncada, classificou a operação do governo de Donald Trump para capturar Nicolás Maduro como “um ataque armado ilegítimo, sem qualquer justificativa legal”.
A fala foi feita durante reunião do Conselho de Segurança nesta segunda-feira (5), convocada após a operação militar americana.
Moncada afirmou ao conselho que as instituições venezuelanas estão funcionando normalmente, que a ordem constitucional foi preservada e que o Estado exerce controle efetivo sobre todo o seu território.
“A Venezuela é vítima desses ataques em consequência de sua riqueza natural. Petróleo, energia, recursos estratégicos e a posição geopolítica do nosso país têm sido historicamente fatores de ganância e pressão externa”, disse.
O representante da Venezuela também destacou que a operação se deu por causa dos recursos naturais do país, em especial o petróleo. Segundo ele, os ataques americanos abrem um precedente perigoso e criam uma nova lógica de colonialismo. “Aceitar essa lógica significa abrir a porta para um mundo muito instável, no qual países com poder militar poderiam decidir pela força os destinos econômicos de outros estados”, disse.
“É o bombardeio de um país soberano, sequestro de um chefe de Estado. Isso tem sido tolerado e tratado com desdém. Trata como se a lei fosse opcional e a força fosse o verdadeiro árbitro das relações internacionais. A Venezuela acredita na diplomacia, diálogo e coexistência pacífica entre as nações. Essa posição se mantém, mesmo diante de uma agressão”, completou Moncada.
Já Nicolás Maduro Guerra, filho do presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro, afirmou que seu pai foi “sequestrado” pelos Estados Unidos e pediu “solidariedade internacional” para que ele possa retornar ao país sul-americano.
Nicolás fez as declarações durante a sessão de instalação da Assembleia Nacional da Venezuela, realizada dois dias após Maduro e sua esposa, Cilia Flores, terem sido capturados em uma operação militar dos EUA em Caracas.
Em seu discurso, Nicolás disse que a operação violou a soberania da Venezuela e alertou que o mesmo poderia ocorrer em outro país.
“Se normalizarmos o sequestro de um chefe de Estado, nenhum país estará seguro. Hoje é a Venezuela, amanhã pode ser qualquer nação que se recuse a se submeter. Este não é um problema regional, é uma ameaça direta à estabilidade global, à humanidade e à igualdade soberana entre as nações”, afirmou.
“Povos do mundo, digo a vocês: a solidariedade internacional com Nicolás, com Cilia, com a Venezuela não é um gesto político opcional, é um dever ético e legal. O silêncio diante dessas violações compromete aqueles que se calam e enfraquece o sistema internacional que todos dizem defender”, disse.
Maduro Guerra também mencionou sua inclusão na mais recente denúncia apresentada pelos Estados Unidos contra seu pai, Cilia Flores e outras pessoas, acusadas de tráfico de drogas e crimes relacionados a armas. Ele rejeitou as acusações. “Minha família e eu estamos sendo perseguidos”, declarou. (Com informações do portal de notícias CNN Brasil e da Rádio Itatiaia)
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O cumpanhero narco ditador socialista Maduro foi entregue por seus próprios cumpanheros por $$$$$$$$$$$$$$$.
Agora vai APODRECER na cadeia dos EUA..
Se nao falar isto ,,,se ferrar com Psolentus.
Onde estava a ONU quando a Rússia invadiu a Ucrânia, quando o Hamas praticou atentado terrorista contra Israel, enquanto Maduro condenava seu próprio povo à miséria ou planejava tomar Essequibo? O velho ditado está correto: quem levanta a mão sabe contra quem.
O que o povo venezuelano escolheu nas urnas não serve como justificativa?
Saquear as riquezas da Venezuela. Não é pelo povo. É por seu petróleo e é minérios. Se fosse pelo povo, estaria ajudando o HAITI, que tem 80% de sua população na miséria. Como são hipócritas.