Sábado, 04 de Abril de 2020

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Magazine Emoção da transitoriedade

A artista Fernanda Martins Costa acompanhada do marido, o jornalista Luciano Lanes. (Foto: Pedro Antonio Heinrich/especial)
Gasparotto 

“Quando me canso da paisagem do Leste, viro a cadeira para Oeste.”

Paulo Franchetti, crítico literário, escritor e professor da Universidade Estadual de Campinas-Unicamp

  • Fernanda Martins Costa preparou sua mostra no atelier, e a completou nas salas do Margs, para onde transportou obras e peças do seu espaço de trabalho diário. O destaque na coleção apresentada é a estruturação e dissecação da figura humana, uma das resultantes de sua vivência como filha e neta de pediatras.
  • Um dos centros das atenções, além da grande lona com a pintura Compasso III, trabalhada com pigmentos, resina, terra, café e flores – escolheu, com sua sensibilidade e bom gosto, camélias -, é a escultura em forma de coração humano. Congelado, o órgão que se traduz pelo pulsar da vida, ao degelar, no decorrer do tempo, mostra a reflexão constante da artista sobre a efemeridade da existência e sua transitoriedade.
  • A abertura da mostra esteve concorrida, e Fernanda contou com o curador José Francisco Alves durante as conversas com os convidados, ente eles muitos nomes ligados às artes.

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