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Política Empresa suíça admite propina em troca de contratos com a Petrobras e é multada em 127 milhões de dólares

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O esquema foi inicialmente revelado no âmbito da Operação Lava Jato.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O esquema foi inicialmente revelado no âmbito da Operação Lava Jato. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

A Trafigura, empresa suíça de negociação de commodities, declarou-se culpada à justiça dos Estados Unidos pelo pagamento de propina a autoridades brasileiras para garantir negócios com a Petrobras.

A informação é do Departamento de Justiça (DoJ) norte-americano, que conduzia uma investigação sobre a conduta de ex-funcionários e agentes no Brasil há pelo menos uma década. O órgão não divulgou quais executivos foram subornados.

Para fechar a investigação, a companhia concordou em pagar cerca de US$ 127 milhões pelas violações da Lei de Práticas de Corrupção no Exterior (FCPA, na sigla em inglês). O pagamento será feito pela Trafigura Beheer BV, empresa controladora do Grupo Trafigura durante o período, como parte do acordo de confissão.

O esquema foi inicialmente revelado no âmbito da Operação Lava Jato. O nome da empresa surgiu ao lado de Vitol e Glencore na 57ª fase da investigação, que apurava o pagamento de propinas a funcionários da Petrobras por empresas que atuavam na compra e venda de petróleo e derivados, atividade conhecida como trading.

De acordo com documentos obtidos pelo Departamento de Justiça dos EUA, a Trafigura manteve relações comerciais com a Petrobras entre 2003 e 2014. Em 2009, informa o DoJ, a Trafigura acertou um esquema de suborno que pagava até US$ 0,20 por barril de produtos petrolíferos comprados ou vendidos da Petrobras.

Os pagamentos eram ocultados por empresas de fachada, direcionados a contas bancárias offshore para os funcionários da Petrobras no Brasil. De acordo com o DoJ, a Trafigura lucrou aproximadamente US$ 61 milhões com o esquema.

“A declaração de culpa destaca que quando empresas pagam propinas e minam o estado de direito, elas enfrentarão penalidades significativas”, disse em nota Nicole M. Argentieri, chefe da Divisão Criminal do Departamento de Justiça.

Em dezembro, a Trafigura já havia anunciado a reserva de US$ 127 milhões para cobrir uma possível multa do Departamento de Justiça dos Estados Unidos para encerrar uma investigação sobre “pagamentos indevidos” feitos pela empresa no Brasil.

Em 2020, o Ministério Público Federal (MPF) propôs uma ação civil pública por improbidade administrativa contra empresas ligadas à Trafigura, executivos do grupo e ex-funcionários da Petrobras pelo pagamento de propinas.

O MPF apurava crimes que ocorreram entre maio de 2012 e outubro de 2013, em 31 operações de compra e venda internacional de petróleo e derivados, conhecida como trading.

Além da Trafigura, eram investigadas na 57ª fase da Lava Jato a Vitol e a Glencore. Juntas, elas seriam responsáveis por US$ 15 milhões em propinas. Os pagamentos estão relacionados a mais de 160 operações de compra e venda de derivados de petróleo e aluguel de tanques para estocagem.

 

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Carlos Alberto Pugliese
29 de março de 2024 22:33

Começou a estourar os escandalos dos PTzóides

Marco Antonio Cervi
29 de março de 2024 22:41

Kkkk,esquerda lixo,tem vandecas levando mortadela no R…e achando isso bonito.

Fernando Krause
29 de março de 2024 22:48

E no Brasil a Lava Jato foi politica e estrategicamente desmontada, para que bandidos e criminosos condenados e “recondenados” por escândalos de corrupção na petroleira pudessem “voltar à cena do crime’… dentre estes um mitômano contumaz que senta na cadeira presidencial…

Marco Antonio Cervi
29 de março de 2024 23:46

Vandeca,deixa o teu prefixo e sai do ar,kkkk,só besteiras nos teus comentários,acho que tá mofando a mortadela.

Fernando Krause
29 de março de 2024 23:27

Um dos diretores condenados era Paulo Roberto Costa, que frequentemente participava de reuniões com o teu “estadista” no Palácio do Planalto.

Adalberto Meneguzzi
29 de março de 2024 23:22

Todos os presidentes e diretores, que têm o poder de decisão, foram nomeados pelo presidente da República, verme!

Vanderlei Ochoa
29 de março de 2024 23:09

Quem eram eram os diretores da Petrobras à época. Na época do Escândalo de corrupção, os corruptos maiores eram os funcionários de carreira.

Manfred Cid
30 de março de 2024 01:04

E os minions comentando asneira atrás de asneira.

Paulo Jesus Corrêa
30 de março de 2024 02:29

Mas que Deslava-Jato, olha ai Xandão nada a declarar! Esse era o modus operandi da época, tranquilo e sossegado! O problema do Brasil é o cartão de vacina adulterado! Certamente STF vai solicitar em 48:00h uma explicação dos envolvidos!

Eloa Guterres Dos Santos Guterres Dos Santos
30 de março de 2024 02:42

Tem escândalo de PT e Bolsonaro também!! Nunca vou passar a mão na cabeça de ladrões!!! Empreiteiras, Petrobrás, joias, armas aptos. E casas de milhões!! Ninguém investiga. Tem rachadinhas cartão corporativo e por aí vai…. porque o lula não abre o sigilo de cem anos??? Agora está fazendo a mesma coisa; um bando de cúmplices safados, não salva um!!!!

Ivan Medeiros
30 de março de 2024 14:22

Até aqui nenhuma novidade

Ivan Medeiros
30 de março de 2024 14:27

Desde que o mundo e mundo sempre foi e será assim, até no globobosta quando envolve dinheiro eles passam a mão.

Fernando Garrido
31 de março de 2024 11:58

Que inveja dos EUA – o Farol da Democracia do mundo!
Aqui temos a Justiça mais cara do mundo, e uma das mais ineficientes!
O STF anulando condenações dos corruPTos.
Só falta devolver o dinheiro que nos roubaram.
Câncer do Brasil!!!

Hector Dagnino
1 de abril de 2024 11:12

ENTÃO O MORA ESTAVA CERTO , QUÉ DIRÁ A OUTRA PARTE QUE DIZ QUE NÃO TINHA CORRUÇÃO ???? PIOR , QUE INVEJA DE UMA JUSTIÇA IMPARCIAL ….

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