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Brasil Empresas aéreas terão de fiscalizar regras de entrada nos Estados Unidos

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País atualizou protocolos sanitários para admissão de estrangeiros a partir de 8 de novembro

Foto: Alberto Ruy/MInfra
País atualizou protocolos sanitários para admissão de estrangeiros a partir de 8 de novembro. (Foto: Alberto Ruy/MInfra)

As empresas aéreas serão responsáveis por exigir dos passageiros que viajam do Brasil para os Estados Unidos a comprovação de vacinação contra a Covid-19 e de realização de testes capazes de detectar a presença do coronavírus, afirmou nesta terça-feira (26) o porta-voz da embaixada norte-americana no Brasil, Tobias Bradford.

“A partir de 8 de novembro, os viajantes que não residam nos Estados Unidos deverão estar totalmente vacinados [para ingressar no país]. Eles deverão apresentar o comprovante de vacinação antes de embarcar para os Estados Unidos, pois as empresas aéreas verificarão o status de vacinação e o resultado dos testes de Covid-19”, disse Bradford ao detalhar a jornalistas as novas regras de ingresso nos Estados Unidos.

A Casa Branca anunciou nessa segunda-feira a atualização dos protocolos sanitários para admissão de estrangeiros a partir de 8 de novembro. As regras flexibilizadas estavam em vigor desde o início de 2020, devido à persistência da pandemia.

Os novos protocolos obrigam os visitantes a comprovarem que completaram o ciclo vacinal estabelecido pelas autoridades sanitárias brasileiras. Serão aceitos comprovantes digitais ou em papel, desde que emitidos por órgão oficial.

O documento deverá conter o nome e a data de nascimento da pessoa que vai viajar, bem como as datas em que ela foi vacinada e o nome do imunizante aplicado. A exigência do ciclo vacinal completo não se aplica a crianças e jovens com menos de 18 anos de idade, cidadãos norte-americanos e residentes permanentes que estejam regressando aos Estados Unidos.

“Serão aceitas todas as vacinas que a FDA [do inglês Food and Drug Administration, autoridade sanitária máxima dos EUA] aprovou ou autorizou que sejam usadas em caráter emergencial, bem como as autorizadas pela Organização Mundial de Saúde [OMS]. Isto inclui todas as vacinas que a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] autorizou que sejam utilizadas no Brasil”, detalhou o porta-voz, esclarecendo que também serão consideradas completamente imunizadas aquelas pessoas que tomaram doses de vacinas diferentes.

Os interessados em ingressar nos Estados Unidos, incluindo quem tem menos de 18 anos, residentes permanentes e mesmo os cidadãos norte-americanos, também terão que apresentar resultado negativo para teste de detecção da Covid-19 realizado, no máximo, 72 horas antes do embarque – no caso de menores de 18 anos viajando sozinhos, o teste terá que ter sido feito, no máximo, 24 horas antes da partida.

O novo regramento prevê exceções. Quem têm alguma contraindicação médica, como alergia aos componentes das vacinas ou outras condições para as quais a imunização não é recomendada, poderá ser isentado de algumas exigências, em certas condições e desde que apresentem documentos e laudos médicos específicos.

“O primeiro conselho a todos os brasileiros que vão viajar para os Estados Unidos é prestar atenção [às novas regras] e se comunicar com a companhia aérea com que vai viajar”, acrescentou Bradford, destacando que os protocolos se aplicam a todos os países alvos de restrições.

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