Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 5 de abril de 2016
Perfeito seria dormir em uma poltrona que reclinasse até virar cama. Comer uma comida fresca em vez da requentada. Perfeito mesmo, seria fechar os olhos e se teletransportar até o destino de viagem, sem enfrentar burocracia, fila, imigração e cãibras.
Mas não tem jeito, quando o assunto é viagem, quase sempre há um voo entre você e o lugar onde quer ou precisa estar. Para a maioria dos viajantes, uma poltrona na executiva é um luxo distante. No aperto da classe econômica fica difícil sonhar com o voo perfeito; é possível, contudo, tentar melhorar a qualidade de vida a bordo. E há muitas dicas para isso.
Pontualidade.
A pontualidade é um dos três macrofatores que mais influenciam a percepção de satisfação dos passageiros em relação ao voo. Para não se estressar, é aconselhável evitar marcar compromissos em que a pontualidade do voo seja fundamental. Mas se for inevitável, siga alguns conselhos simples: procure informações sobre a pontualidade das companhias aéreas antes de comprar suas passagens (existem relatórios internacionais indicando as empresas mais pontuais); cheque a meteorologia um dia antes; e consulte antes de sair de casa o status do voo – confirmado, atrasado ou cancelado – no site da Infraero.
Assento.
Poltrona minimamente espaçosa, de preferência sem vizinhos, e pouca turbulência. Esse seria o assento dos sonhos dentro das limitações (cada vez maiores) da classe econômica. Há, contudo, dicas práticas para tentar garantir um lugar digno e eleger prioridades ajuda a achá-los.
O espaço entre as poltronas normalmente é um dos maiores motivos de reclamação. Se pagar por um assento “economy plus” ou “premium” está fora de cogitação, sobram ainda alguns recursos, como tentar o upgrade para a executiva com milhas que estejam prestes a vencer, ou tentar garantir um assento vago ao seu lado (viajar fora de temporada aumenta as chances de embarcar em um avião quase vazio). “Fugir” das turbulências também é um critério importante na escolha do lugar. A parte de trás do avião é onde mais se sente o efeito das instabilidades.
Preço.
Voo barato é voo feliz. Em um estudo feito com 2,5 mil internautas, 88% disseram que se sentem mais satisfeitos quando economizam na compra do bilhete aéreo.
Para pagar o menos possível pela passagem, vale inscrever-se em serviços que enviam alertas de descontos, variar as datas da pesquisa para encontrar tarifas melhores e comprar passagens com antecedência. Em datas e para destinos concorridos, os pacotes oferecidos pelas agências de viagem, que negociam em volume, costumam garantir preços mais em conta. (AE)
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