Sexta-feira, 04 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 29 de janeiro de 2026
Segundo o Banco Central, o endividamento é a relação entre o valor atual das dívidas das famílias com a renda acumulada nos últimos 12 meses
Foto: EBCO endividamento das famílias brasileiras com o SFN (Sistema Financeiro Nacional) subiu de 49,3% em outubro para 49,8% em novembro, informou o Banco Central. O resultado se tornou o segundo maior da série histórica (iniciada em 2011), atrás apenas do pico registrado em julho de 2022 (49,9%). Em janeiro de 2025, o indicador estava em 48,6%.
Descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento em novembro de 2025 passou de 30,9% para 31,3% na passagem de outubro para novembro. Já o comprometimento de renda das famílias seguiu no maior nível da série histórica em novembro de 2025, observou o chefe do departamento de estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha.
No penúltimo mês do ano passado, o indicador seguiu em 29,3%, mesmo porcentual que atingiu na leitura anterior, em outubro — o dado de outubro foi revisado. Em janeiro de 2025, a métrica estava em 27,7%. Sem contar os empréstimos imobiliários, o indicador em novembro passou de 27,1% (revisado) para 27,0%.
Segundo o Banco Central, o endividamento é a relação entre o valor atual das dívidas das famílias com a renda acumulada nos últimos 12 meses. Já o comprometimento considera o valor correspondente aos pagamentos esperados para o serviço da dívida em relação à renda mensal, em média móvel trimestral. (Com informações de O Estado de S.Paulo)
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
faz o l