Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 14 de agosto de 2021
Sistema promete tornar produtos e serviços bancários mais competitivos.
Foto: ReproduçãoO Banco Central (BC) pretende terminar em 2021 a maior parte da implementação do open banking no Brasil. O termo em inglês faz referência a “Sistema Financeiro Aberto”, em que os dados de clientes são padronizados e compartilhados para que os produtos e serviços bancários atendam às necessidades do público de forma personalizada.
Tudo deve ser feito com autorização expressa do cliente, que decide que dados são compartilhados, com quem e por quanto tempo. Segundo o BC, a integração pode melhorar a avaliação de crédito e estimular a competição no sistema financeiro, com produtos mais adequados e baratos.
Confira as principais dúvidas sobre o sistema.
1. O que é open banking? Open Banking (ou Sistema Financeiro Aberto) é um sistema de compartilhamento de dados financeiros de forma padronizada. Em uma única plataforma integrada e segura (API), as diferentes instituições financeiras têm acesso a dados de clientes para oferecer produtos e serviços personalizados e mais vantajosos para cada caso.
2. Qual o benefício de ter um Sistema Financeiro Aberto? Um exemplo simples é facilitar a concessão de crédito, estabelecendo taxas mais certeiras ao perfil de risco do tomador do empréstimo. Servirá também para comparação de serviços entre as financeiras, custo de seguros, rentabilidade de investimentos e dos demais produtos bancários.
A ideia é criar produtos e serviços sob medida e com preços mais atrativos para a necessidade do cliente, com base nos dados de consumo, renda e transações financeiras.
3. É preciso autorizar o compartilhamento de dados? Sim. É o que o BC chama de “consentimento” e deve ser uma manifestação livre do cliente “informada, prévia e inequívoca de vontade”.
Quem quiser fazer parte do open banking e desfrutar das condições que ele oferece ainda deve passar pela fase de autenticação e confirmação. Todos os procedimentos devem ser realizados pelos canais digitais oficiais das instituições financeiras.
4. Tenho como saber que dados serão compartilhados? O cliente terá acesso a quais consentimentos estão válidos, para quais instituições compartilhou os dados e quais informações, de fato, foram enviados pela instituição financeira.
Por meio dos canais digitais, as financeiras participantes vão disponibilizar um ambiente para que a pessoa tenha controle das permissões.
Será possível consultar, por exemplo:
5. É possível revogar o consentimento do open banking? Sim, é possível revogar o consentimento se o cliente assim desejar, a qualquer momento e pela internet.
6. Que dados financeiros são compartilhados? A gama de dados compartilhados é ampla e vai de dados cadastrais (como endereço, estado civil, faturamento, tipos de produtos e serviços contratados) aos transacionais (como dados sobre contas, limites, saldo, cartões de crédito e operações de crédito).
Além disso, podem ser compartilhados uso de produtos e serviços de contas de depósitos, contas de pagamento pré-pagas e, nas últimas fases, operações de câmbio, credenciamento em arranjos de pagamento, investimento, seguros e previdência.
7. Meus dados estarão seguros com o open banking? Segundo o BC, a segurança de compartilhamento e a qualidade dos dados é de responsabilidade das instituições financeiras. As regras, portanto, são as mesmas do sigilo bancário.
“É das instituições participantes a responsabilidade pela confiabilidade, integridade, disponibilidade, segurança e sigilo dos dados e serviços dos clientes no processo de compartilhamento. Cabe a elas, também, cumprir as disposições da legislação e da regulamentação em vigor”, diz a instituição.
8. As instituições que tiveram acesso podem guardar meus dados? O BC exige que, com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que os dados e seu tratamento deve estar limitado unicamente às finalidades determinadas e consentidas pelos clientes.
As instituições que vão receber os dados devem apresentar a finalidade do compartilhamento e o prazo do compartilhamento, que pode ser de até 12 meses. Se a finalidade do compartilhamento for alterada, será necessário conceder um novo consentimento por parte do cliente.
9. As instituições têm acesso a dados antigos ou apenas aos gerados depois do consentimento?
Se o cliente permitir, é possível compartilhar o histórico financeiro de até um ano com outras instituições.
10. Quais são as fases do open banking? Para que tudo seja feito com tranquilidade, o BC separou em quatro fases. Nesta sexta-feira (13) entrou em vigor a segunda delas.
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Tá com cara de mais um “migué” financeiro.
Tempos atrás chegou o tal cadastro positivo, que até hoje não convenceu a que veio.
Agora, quase junto com a LGPD, entra o open banking.
Notícia paga e forçada sobre o consumidor de serviços bancários. Por três dias seguidos todas as mídias estão despejando o suposto milagre da transparência, segurança e atratividade.
A regra antiga ainda vale: se é bom pros bancos, não é bom pro correntista.
Mais do que nunca, Nubank, Inter, C3 e afins passam a ser ainda mais boas opções de investimento.
Isso é apenas uma forma dee vascuharem a vida financeira das pessoas com a falsa propaganda de mais crédito, na verdade são informações de todas as práticas financeiras da pessoa enquanto viva, é mais facilidade para financeiras bloquearem pessoas e dificultarem crédito para quem não pagaou alguma conta em sua vida. É UM SERASA, SPC autorizado.
E um meio rápido de evitarem mais inadimplência do que fornecerem crédito, nada que vem de financeiras é para melhorar a vida das pessoas, fazem isso pensando nos seus negácios são piores do que políticos, só pensam nos seus rabos. CUIDADO!!!
Mais um meio de hackers terem acesso fácil aos seus dados. Não tenho o menor interesse nesse serviço, falar que é seguro é bem distante de ser seguro, open quer dizer aberto, no mínimo mais uma brecha para os hackers explorarem. Muita promessa é na prática não servirá pra muita coisa.