Segunda-feira, 27 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 4 de novembro de 2015
A EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) está em busca dos 14 táxis da frota de Porto Alegre que ainda não têm GPS nem o botão de pânico. A autarquia tentou telefonar para os proprietários, mas não teve sucesso. Se os carros forem flagrados pela fiscalização, serão recolhidos.
Obrigatoriedade.
Hoje, a Capital conta com cerca de 4 mil táxis da Capital e todos devem ter os novos equipamentos. Segundo informações do Sintáxi (Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre), o monitoramento da frota de táxis da cidade está previsto na Lei Municipal nº 11.466, de 29 de julho de 2013. A Show Tecnologia, de Guarabira, Paraíba, venceu o pregão eletrônico promovido no ano passado pela EPTC, para a instalação dos equipamentos visando o monitoramento em tempo real dos carros, nas 24 horas do dia.
O taxista paga 76,84 reais por mês para a EPTC, que por sua vez repassa cerca de 38,34 reais para a Show (49,90%) do valor. A diferença, em torno de 38,50 reais, fica com o órgão público, a título de taxa de cadastro – o que significaria um incremento no caixa da EPTC de mais de 115 mil mensais mensais, aponta o sindicato.
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