Sábado, 10 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 27 de junho de 2016
O CMN (Conselho Monetário Nacional) se reúne nesta semana para definir a meta de inflação em 2018. Economistas do mercado financeiro não descartam que o colegiado também faça uma revisão, para cima, do objetivo central para a inflação de 2017, fixado atualmente em 4,5%. A reunião do CMN está prevista para quinta-feira (30) e vai apontar, além da meta central, também o teto e o piso para a inflação em 2018.
O novo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, chegou falando grosso sobre inflação. Em sua sabatina no Senado, no começo deste mês, disse querer “cumprir plenamente a meta de inflação estabelecida pelo CMN, mirando o seu ponto central”.
A última vez que o Copom (Comitê de Política Monetária), por meio da definição dos juros básicos da economia, atingiu a meta central de inflação foi em 2009 – notadamente um ano de fraca atividade econômica, marcado pelos efeitos da crise financeira mundial. Em 2015, o IPCA ficou em 10,67%, bem acima do teto da meta, de 6,5%.
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