Domingo, 04 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de outubro de 2026
Com 99,99% das urnas apuradas em São Paulo, Erika Hilton, de 33 anos, (PSOL), que chegou a 1.596.426, já tem a marca da mulher mais votada da história do País para a Câmara dos Deputados. Ela ultrapassa a votação que Joice Hasselmann, que teve, em 2018, 1.078.666 de votos.
A marca é mais de cinco vezes a votação total de Erika em 2022, quando recebeu 256.903 votos. No quadro geral de disputa para a Câmara dos Deputados, em São Paulo, a psolista fica atrás apenas de Lucas Pavanato (PL), com mais de 2,7 milhões de votos.
Erika Hilton foi eleita para seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados em 2022. Ela e Duda Salabert (PDT-MG) foram as primeiras parlamentares trans da história da Casa.
Em 2024, Erika assumiu a liderança da bancada da federação Psol-Rede na Câmara, sucedendo Guilherme Boulos (Psol-SP). Com a escolha, tornou-se a primeira parlamentar trans a ocupar um cargo de liderança.
Antes de chegar à Câmara dos Deputados, Erika foi eleita vereadora de São Paulo em 2020, tornando-se a primeira mulher trans a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal. Com 50.508 votos, foi a mulher mais votada da disputa e a sexta colocada no ranking geral, atrás de nomes como Eduardo Suplicy (PT) e Milton Leite, então filiado ao DEM.
Além de Erika Hilton e Lucas Pavanato, a lista dos deputados federais mais votados de São Paulo inclui Sâmia Bomfim (PSOL), Kim Kataguiri (Missão) e Tabata Amaral (PSB).
Os deputados federais são representantes eleitos pela população na Câmara dos Deputados, que junto ao Senado, compõe o Poder Legislativo.
Entre as atribuições dos deputados estão a elaboração, discussão e votação de leis e outras propostas de competência da União, além da fiscalização das ações do Poder Executivo, composto pelo presidente da República.
A votação começa pela escolha do deputado federal e todos os estados e o Distrito Federal têm direito a uma quantidade pré-definida de cadeiras.
Diferentemente da disputa para presidente, governador e senador, em que o resultado é determinado pela votação individual dos candidatos, a distribuição das cadeiras da Câmara leva em conta os votos recebidos pelos candidatos e pelos partidos ou federações. O eleitor vota em um candidato ou pode optar pelo voto na legenda.
Cada partido elege um número de candidatos a deputado proporcional ao número total de votos que recebeu em todos os seus candidatos a deputado, além dos votos na própria legenda. Este cálculo é chamado Quociente Eleitoral. (Com informações da Folha de S.Paulo e do portal da revista Exame)
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A legítima expressão ” mulher macho sim senhor”.
Desde quando essa carniça é mulher?? Isso é um homem! Afronta as mulheres esse pilantra safado!
Finalmente tenho que concordar contigo, vovó!
Agora eu vou concordar com a senhora,é um desrespeito com as mulheres.