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Política Escala 6×1: presidente da Câmara dos Deputados anuncia parlamentares do PT e Republicanos como presidente e relator da comissão especial

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O presidente da Câmara afirmou que a comissão será instalada nesta quarta-feira (29) e pretende aprovar o texto até o final do mês de maio na comissão

Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados
Relatório da proposta será debatido por líderes partidários em reunião nesta terça (16). (Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta terça-feira (28) que os deputados Alencar Santana (PT-SP) e Leo Prates (Republicanos-BA) serão, respectivamente, o presidente e o relator da comissão especial que analisará propostas que preveem o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil.

O tema da redução de jornada de trabalho recebeu o aval da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) na semana passada. Agora, o conteúdo da proposta está sob análise de uma comissão especial, que poderá fazer mudanças nos textos apresentados por parlamentares de esquerda.

“Depois de um amplo diálogo e de conversas feitas com parlamentares que acompanham essa matéria aqui na casa, decidimos designar para presidir a comissão especial Alencar Santana e o relator o deputado Léo Prates, da Bahia”, afirmou Motta.

O presidente da Câmara afirmou que a comissão será instalada nesta quarta-feira (29) e pretende aprovar o texto até o final do mês de maio na comissão. Definido presidente da comissão especial, Alencar Santana defendeu a proposta. “O trabalhador estará mais disposto em ambiente de trabalho para colaborar e poder servir o seu trabalho e desempenhar melhor a sua função”, afirmou.

Já o relator Leo Prates afirmou que, mais do que o fim da escala 6×1, o texto discutirá o novo arranjo do trabalho. E que o debate não será apressado. “Esse trabalho não é contra ninguém, é a favor das pessoas. Vamos tentar ao máximo mitigar os anseios produtivos. Não vamos aprovar açodadamente. A Câmara vem discutindo o tema há mais de um ano”, disse.

Durante entrevista, o presidente da Câmara, Hugo Motta, não quis se comprometer com o conteúdo do texto. Motta evitou responder se defende o fim da escala 6×1 ou um novo modelo de jornada de trabalho.

“Esses detalhes serão discutidos pela comissão especial. O compromisso da Casa é elaborar o melhor texto possível para que tenhamos a redução da jornada de trabalho sem redução salarial”, disse.

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Vitor
29 de abril de 2026 05:52

A China e a esquerda antissemita & nazista agradecem!

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