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Mundo Escândalo sexual: Justiça dá prazo para a defesa do príncipe Andrew

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Príncipe Andrew, 8º na linha de sucessão britânica. (Foto: Reprodução)

A Justiça dos Estados Unidos definiu um prazo para que o príncipe Andrew, filho da rainha Elizabeth II, responda sobre as acusações de assédio sexual feitas pela norte-americana Virginia Giuffre. Com a decisão, o duque de York terá até julho de 2022 para se defender.

Andrew é acusado por Virginia de ter cometido agressões sexuais contra ela, entre 2000 e 2002. A americana alega que foi uma das vítimas da rede criminosa de Jeffrey Epstein, bilionário que se suicidou em uma prisão de Manhattan, em 2019.

Virginia afirma que teria sido obrigada a manter relações sexuais com Andrew quando tinha apenas 17 anos. Ela diz ter sido abusada pelo príncipe na casa da socialite britânica e ex-namorada de Epstein, Ghislaine Maxwell, em Londres, e nas mansões de Epstein em Manhattan e em Little St. James, nas Ilhas Virgens Americanas.

Andrew nega as acusações e chegou a expressar dúvidas sobre a autenticidade de uma foto na qual ele aparece com Virginia e Ghislaine, que é acusada de aliciar as garotas.

Segundo diversas vítimas, Epstein atraía as meninas – muitas menores de idade – para suas casas de luxo em Nova York, na Flórida e no Caribe, onde elas recebiam por atos sexuais. O bilionário era muito amigo do duque de York, que se retirou da vida pública após o escândalo.

Vetado do jubileu

O Jubileu de Platina, evento que marcará os 70 anos da Rainha Elizabeth II no trono, nem aconteceu e já está dando o que falar. Previsto para maio de 2022, a celebração é aguardada por muitos. Entretanto, meses antes da realização, alguns problemas já começaram a surgir, a exemplo da participação do Príncipe Andrew.

De acordo com a programação divulgada pela imprensa britânica, Elizabeth II deve condecorar membros da Realeza em seu Jubileu de Platina. Os rumores apontam que a nobre pretende conceder as honrarias à Meghan Markle, Príncipe Harry e seu filho, Andrew. O ato, para especialistas, é visto como uma maneira de “colocar panos quentes” em polêmicas levantadas pelo trio nos últimos tempos. Markle e Harry, por exemplo, se desvincularam da nobreza e divulgaran um episódio de racismo na instituição; já Príncipe Andrew, por sua vez, é acusado de assédio e ter ciência de uma rede aliciamento de moças menores de idade.

Apesar da intenção da Rainha em amenizar o clima familiar, foram divulgados nesta quarta-feira (27) rumores de que o Príncipe Andrew pode ficar de fora do Jubileu de Platina. Ao que parece, a alta cúpula da monarquia estabeleceu um prazo, sendo este até 14 de julho de 2021, para que o Príncipe resolvesse seus problemas com a Justiça norte-americana. Como o imbróglio segue em atividade, para evitar desentendimentos diplomáticos, a equipe da Família Real trabalha com a ideia de vetar a participação do nobre na cerimônia.

Uma fonte próxima da Realeza declarou ao “The Sun” que o plano da instituição é que o Duque de York “fique invisível durante as celebrações”. O especialista real Nigel Cawthorne comentou: “É uma situação embaraçosa para a Rainha, especialmente porque ela está se esforçando para defendê-lo. Ele só precisa manter a cabeça baixa”. Andrew, por mais que não tenha sido inocentado, nega veementemente as acusações de que tenha feito sexo com uma menor de idade.

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