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Economia Esforço fiscal menor desagrada e faz dólar fechar em maior patamar em 4 meses

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Momento fiscal no Brasil afetou mercado. (Foto: Paulo Vitor/AE)

A confirmação de que o governo federal vai reduzir a meta de superávit fiscal, que é a economia feita para o pagamento da dívida, derrubou a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo)  e fez o dólar comercial atingir a maior cotação em quase quatro meses. A moeda americana fechou o pregão desta quarta-feira com valorização de 1,63%, a R$ 3,224 na compra e a R$ 3,226 na venda, maior valor de fechamento desde os R$ 3,232 de 30 de março. Já o índice Ibovespa recuou 1,08%, aos 50.915 pontos, com o agravante da derrocada do preço das matérias primas no mercado internacional, que acabou por afetar a Vale e a Petrobras.

O que pesou para o mau humor foi a notícia de que a presidenta Dilma Rousseff autorizou a redução da meta de superávit.

O dia também foi de perdas no mercado acionário global, mas os principais índices recuaram em ritmo menos acentuado que o Ibovespa. O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 0,59% e fechou com 400,28 pontos. Em Londres, o FTSE 100 recuou 1,50%, para 6.667,34 pontos. Em Frankfurt, o Dax caiu 0,72%, para 11.520,67 pontos, enquanto em Paris o CAC 40 recuou 0,47%, para 5.082,57 pontos. O Dow Jones Industrial Average, principal índice de ações das bolsas de valores dos Estados Unidos, fechou o pregão desta quarta-feira cotado em 17.851,04 pontos – uma desvalorização de -0.38% em relação ao pregão anterior.

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