Quarta-feira, 08 de julho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo “Estamos desesperados”, diz filho de brasileiro sequestrado no Equador

Compartilhe esta notícia:

Thiago Allan Freitas, de 38 anos, mora no Equador há três anos

Foto: Reprodução/Facebook
Thiago Allan Freitas, de 38 anos, mora no Equador há três anos. (Foto: Reprodução/Facebook)

O Ministério das Relações Exteriores acompanha a denúncia do sequestro do brasileiro Thiago Allan Freitas, de 38 anos, em Guayaquil, no Equador, na terça-feira (9), em meio à onda de violência no país. Thiago é de São Paulo e mora no Equador há três anos, onde tem uma empresa que vende churrasco brasileiro.

Em vídeo nas redes sociais, Gustavo, filho de Thiago, afirmou que a família pagou parte do resgate e está desesperada por não ter o restante do dinheiro. “Meu nome é Gustavo, eu sou filho do Thiago. Meu pai foi sequestrado nesta manhã [de terça]. Já enviamos todo o dinheiro que tínhamos. Não temos mais. Por isso, recorro a vocês, que me ajudem com o que têm, com qualquer valor, é muito bem-vindo. Se é US$ 1, US$ 2. Precisamos de verdade. Estamos desesperados. Não temos como fazer. Já pagamos US$ 1,1 mil, mas estão pedindo US$ 3 mil. Peço que nos ajudem. Muito obrigado”, diz o jovem em vídeo postado no Instagram.

Uma brasileira amiga da família afirmou que todos estão “angustiados”, tentando arrecadar o valor pedido pelos sequestradores. “Entramos em contato com a embaixada”, disse.

“Só que vamos dar uma parada agora nos depósitos porque estamos esperando que eles enviem outro vídeo atualizado dele”, contou a amiga, que pediu para não ser identificada.

O Itamaraty afirmou que mantém contato com os familiares de Thiago e “busca apurar as circunstâncias do ocorrido junto às autoridades locais”.

“Em observância ao direito à privacidade e ao disposto na Lei de Acesso à Informação e no decreto 7.724/2012, informações detalhadas poderão ser repassadas somente mediante autorização dos envolvidos. Assim, o Ministério das Relações Exteriores não poderá fornecer dados específicos sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros”, disse a pasta, em nota.

O Equador vive uma crise de segurança depois da fuga de José Adolfo Macías Villamar, conhecido como Fito, da prisão, no último domingo (7). Ele é o líder dos Los Choneros – uma das facções criminosas mais temidas do país.

Em resposta, o presidente Daniel Noboa declarou estado de exceção por 60 dias em todo o país, inclusive nas prisões. A medida inclui toque de recolher diário de seis horas.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Dea Einsfeld
10 de janeiro de 2024 13:02

Lula já está condenando! Não é questão de condenar. A situação é gravíssima, muitos brasileiros vivem no Equador. Ajudar, colaborar…retirar os brasileiros que quiserem vir para o Brasil. Lula só sabe condenar e acusar…

Juarez Fogliatto
10 de janeiro de 2024 13:18

Criminosos do porte deste líder de facção fugitivo não devem permanecer em prisão. Tem que ser condenados à morte. O mal se extíngue pela base. Alguém imagina que uma pessoa como essa tem recuperação para a vida normal em sociedade ?

Entenda a onda de violência no Equador
Pelo menos 70 criminosos foram presos e dez pessoas morreram em meio à onda de violência no Equador
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x