Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2020

Porto Alegre
Porto Alegre
26°
Partly Cloudy

Agro Farsul firma parceria com o Cepea- ESALQ/USP para divulgação do Indicador do Arroz em Casca

oletiva Farsul/Senar-RS - Arroz
Na mesa, representantes da Farsul, Irga, Federarroz e Cepea. Fotos Jackson Ciceri (o Sul)

Com o objetivo de continuar oferecendo ao produtor uma ferramenta de análise do mercado para facilitar sua tomada de decisões, o Sistema Com o objetivo de continuar oferecendo ao produtor uma fe

rramenta de análise do mercado para facilitar sua tomada de decisões, o Sistema Farsul por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS), firmou parceria com o Cepea- ESALQ/USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) para divulgação do Indicador do Arroz em Casca, que passa a se chamar Indicador do arroz ESALQ/Senar-RS. O indicador completou em julho dez anos de divulgação ininterrupta e sua metodologia de acompanhamento para formação de preços é reconhecida e destacada pela cadeia do arroz.
Para o presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, a manutenção do indicador é importante por tratar os números com credibilidade para não desqualificar o custo real de produção. “Não poderíamos deixar um vazio sem números para o produtor balizar suas decisões”, acrescentou. Sperotto também revelou que a parceria também será aproveitada para acompanhamento pelo Cepea-ESALQ/USP da lavoura de trigo no Estado, com a criação de um indicador específico para a cultura.
O presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, afirma que a continuidade do indicador é importante pela segurança que dá ao setor com a divulgação de informações transparentes e coerentes com base em uma metodologia já conhecida. “O Sistema Farsul mostra seu compromisso com o setor arrozeiro e com o setor produtivo como um todo”, salienta.
O diretor comercial do Irga, Tiago Barata, lembra que o acompanhamento do Cepea é reconhecido pela cadeia produtiva e apresenta uma metodologia consolidada, servindo como referência para o embasamento de negócios. O economista do Sistema Farsul, Antônio da Luz, observa que o número de compradores de arroz é pequeno em comparação aos milhares de produtores e a ausência de um indicador poderia gerar assimetrias na formação do preço-referência.
O representante do Cepea, professor Lucílio Rogerio Aparecido Alves, informou, durante a entrevista nesta quinta-feira, dia 06, que para a formação do indicador a instituição conta com 160 agentes cadastrados no RS que repassam informações sobre as negociações. Segundo ele, atualmente é realizado o acompanhamento de 27 cadeias agroindustriais.
O presidente da Câmara Setorial Nacional do Arroz do Ministério da Agricultura, Francisco Schardong, destacou que a parceria entre a Farsul e o Cepea “é um exemplo importante para o Brasil e uma proteção da cadeia como um todo”.
Com o fim da participação da Bolsa Brasileira de Mercadorias/BM&FBovespa havia o risco de término do indicador, deixando o produtor sem um balizador para suas negociações. A nova parceria garante a manutenção do acompanhamento transparente das oscilações do mercado. “É um termômetro debaixo do braço e agora teremos acesso integral e diário às informações”, observa o economista.
Os representantes do setor têm no Indicador um parâmetro confiável para medir o ritmo dos negócios, os preços, a liquidez e outras informações, munindo-se de elementos concretos para avaliar a adequação dos instrumentos de política pública – de preço, crédito, comércio exterior, além de ciência e tecnologia – e sugerir ajustes que se façam necessários para a sustentabilidade econômica do produtor rural e de toda cadeia produtiva do arroz no Estado.
que passa a se chamar Indicador do arroz ESALQ/Senar-RS. O indicador completou em julho dez anos de divulgação ininterrupta e sua metodologia de acompanhamento para formação de preços é reconhecida e destacada pela cadeia do arroz.
Para o presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, a manutenção do indicador é importante por tratar os números com credibilidade para não desqualificar o custo real de produção. “Não poderíamos deixar um vazio sem números para o produtor balizar suas decisões”, acrescentou. Sperotto também revelou que a parceria também será aproveitada para acompanhamento pelo Cepea-ESALQ/USP da lavoura de trigo no Estado, com a criação de um indicador específico para a cultura.
O presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, afirma que a continuidade do indicador é importante pela segurança que dá ao setor com a divulgação de informações transparentes e coerentes com base em uma metodologia já conhecida. “O Sistema Farsul mostra seu compromisso com o setor arrozeiro e com o setor produtivo como um todo”, salienta.
O diretor comercial do Irga, Tiago Barata, lembra que o acompanhamento do Cepea é reconhecido pela cadeia produtiva e apresenta uma metodologia consolidada, servindo como referência para o embasamento de negócios. O economista do Sistema Farsul, Antônio da Luz, observa que o número de compradores de arroz é pequeno em comparação aos milhares de produtores e a ausência de um indicador poderia gerar assimetrias na formação do preço-referência.
O representante do Cepea, professor Lucílio Rogerio Aparecido Alves, informou, durante a entrevista nesta quinta-feira, dia 06, que para a formação do indicador a instituição conta com 160 agentes cadastrados no RS que repassam informações sobre as negociações. Segundo ele, atualmente é realizado o acompanhamento de 27 cadeias agroindustriais.
O presidente da Câmara Setorial Nacional do Arroz do Ministério da Agricultura, Francisco Schardong, destacou que a parceria entre a Farsul e o Cepea “é um exemplo importante para o Brasil e uma proteção da cadeia como um todo”.
Com o fim da participação da Bolsa Brasileira de Mercadorias/BM&FBovespa havia o risco de término do indicador, deixando o produtor sem um balizador para suas negociações. A nova parceria garante a manutenção do acompanhamento transparente das oscilações do mercado. “É um termômetro debaixo do braço e agora teremos acesso integral e diário às informações”, observa o economista.
Os representantes do setor têm no Indicador um parâmetro confiável para medir o ritmo dos negócios, os preços, a liquidez e outras informações, munindo-se de elementos concretos para avaliar a adequação dos instrumentos de política pública – de preço, crédito, comércio exterior, além de ciência e tecnologia – e sugerir ajustes que se façam necessários para a sustentabilidade econômica do produtor rural e de toda cadeia produtiva do arroz no Estado.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Agro

Lançamento Expointer 2015
Lançada oficialmente a Expointer 2015
Carne suína, risco de aftosa
Primeira exportação de carne suína gaúcha para a China
Deixe seu comentário
Pode te interessar