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Agro Farsul recebe governador eleito

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Participaram do encontro o vice-presidente da Farsul, Elmar Konrad, o vice-governador eleito, delegado Ranolfo Vieira Júnior, o diretor administrativo da Farsul, Francisco Schardong, o superintendente da Casa Rural, José Alcindo de Souza Ávila, o superintendente do Senar, Gilmar Tietböhl, diretores e presidentes de sindicatos. (Fotos: Marco Quintana/Sistema Farsul)

O governador eleito do RS, Eduardo Leite, esteve na Farsul na noite dessa segunda-feira (12) para falar a um grupo de representantes da entidade sobre os seus planos para o Estado. Leite iniciou a sua explanação afirmando comungar com o valor do respeito à propriedade privada como fator de desenvolvimento econômico fundamental. “O Estado deve proteger essas propriedades para incentivar investimentos e fazer a economia girar. O resultado disso será o desenvolvimento econômico, inserção social e qualidade de vida”, afirmou.

O governador eleito ressaltou que o novo governo precisa tratar da crise, mas para solucioná-la, não pode ficar encurralado somente nessa pauta. É preciso trabalhar uma agenda de desenvolvimento e competitividade”, disse.

Velocidade de execução será a marca que o novo governador pretende deixar. Leite reforçou o respeito ao agronegócio como mola propulsora do desenvolvimento no Estado.

A agenda da competitividade terá entre as suas prioridades a melhoria da infraestrutura. “Buscaremos parceria público-privadas para viabilizar investimento na área, reduzir o custo de tarifas portuárias e garantir o escoamento de toda a produção gaúcha pelo porto de Rio Grande”, afirmou.

Leite também buscará reduzir a burocracia na liberação de licenciamentos para tornar o processo mais ágil. “Faremos a inversão da lógica da desconfiança para uma lógica de confiança. Temos interesse de que essa vocação empreendedora gaúcha seja aproveitada. O impacto social de cada empreendimento que não sai pela morosidade é muito grande”, destacou Leite. O governador eleito sintetizou o seu pensamento com relação às funções de um governo com relação `a economia. “Somos estado de gente que faz, precisamos de um governo que deixe fazer”, disse.

Gedeão ressaltou que o RS chegou no limite, e que é a hora de focar em serviços básicos e essenciais típicos de estado, como educação, saúde, segurança e infra-estrutura. “Para olhar para essas áreas, essa máquina precisa ser enxugada”, disse. O presidente do Sistema Farsul afirmou que a estabilidade do funcionário público é um instrumento ultrapassado, o que também precisa ser repensado. “Pensamos que o Estado terá a gestão de alguém habilitado com coragem e juventude para enfrentar essa situação. Estamos no pensamento de ajudar o que for possível, dentro da nossa lógica e pensamento”, concluiu Gedeão.

Participaram do encontro o vice-presidente da Farsul, Elmar Konrad, o vice-governador eleito, delegado Ranolfo Vieira Júnior, o diretor administrativo da Farsul, Francisco Schardong, o superintendente da Casa Rural, José Alcindo de Souza Ávila, o superintendente do Senar, Gilmar Tietböhl, diretores e presidentes de sindicatos.

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