Sábado, 03 de maio de 2025
Por Redação O Sul | 14 de maio de 2023
Apresentadora, que com Rodrigo Hilbert tem ainda os gêmeos João e Francisco, conta que a chegada da caçula, Maria, trouxe muitos aprendizados para a família
Foto: DivulgaçãoFernanda Lima, de 45 anos, descobriu outras facetas da maternidade após o nascimento da filha, Maria. A apresentadora, que com Rodrigo Hilbert já tinha os gêmeos João e Francisco, de 15 anos, se surpreende com a parceria e sensibilidade da filha, que com apenas 3 anos já compreende algumas questões do universo feminino.
“Maria veio ao mundo para me ensinar tantas coisas. Ela é uma grande companheira, tem uma sensibilidade fora de série e mesmo com três anos de idade capta muita coisa. Ela é muito companheira, fica grudada comigo”, conta Fernanda, que posou com a filha para um ensaio de Dia das Mães da Usaflex com a temática O Amor é uma Descoberta.
“Recentemente, eu postei no Instagram uma de suas falas que eu fiquei boquiaberta. Tudo aconteceu em um dia emblemático [8 de março, Dia Internacional da Mulher]. Ao chegar de uma viagem extensa, ao colocá-la para dormir, ela refletiu sobre o corre da mãe que tem filhos para cuidar, mas que também se realiza ao trabalhar. E de uma forma tão profunda me disse: ‘Você cuida de todo mundo. Mas você pode dormir e eu fico acordada’. Como pode ela ter tamanho entendimento? Ela me ensina todos os dias!”, ressalta.
A gaúcha procura empoderar Maria desde cedo para que ela tenha a liberdade para fazer suas escolhas e viver sua completude. Mas, acima de tudo, Fernanda se preocupa no momento em criar homens que não reproduzam falas e ações machistas, ainda presentes na sociedade.
“Apesar desses pensamentos que já indicam sua boa personalidade, a Maria é muito pequena e, de fato, ainda não tem um entendimento claro. Certamente sei que ela irá crescer entendendo sua liberdade e força feminina. Para os meus meninos, eu pontuo sempre para que não reproduzam nenhum comportamento machista, e mais do que isso, para que entendam as mudanças do mundo, as evoluções, e se tornem exemplos. É preciso ficar de olho nessa idade, por isso a comunicação é o melhor caminho e lá em casa sempre temos o diálogo como prioridade”, explica.