Sábado, 07 de março de 2026
Por Redação O Sul | 3 de março de 2026
Para Marinho, redução da jornada de trabalho é uma "necessidade que está precificada pelo mercado".
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta terça-feira (3) que não há ninguém no governo federal pensando em compensar as empresas por redução de jornada. O ganho viria por aumento de produtividade e do ambiente de trabalho.
“Eu acho que não tem ninguém no governo pensando nisso (compensar empresas). O pressuposto da compensação é ganho de produtividade. A redução da jornada tem que vir com ganho de produtividade. Não faz sentido, na minha opinião, pensar em incentivos fiscais para a redução da jornada de trabalho”, completou.
Marinho afirmou que o governo não descarta enviar um projeto de lei com urgência constitucional para o Congresso sobre o tema.
Segundo ele, a redução da jornada é uma necessidade que está, de certa forma, precificada pelo mercado. “Tem muita diferença de segmento para segmento. Mas acredito que o debate da redução da jornada é uma necessidade, e eu costumo dizer que ele está relativamente precificada pela economia”, afirmou.
O ministro repetiu que acredita ser plenamente possível reduzir a jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas. Segundo ele, se as empresas já têm interesse em reduzir a jornada, elas deveriam buscar os sindicatos e se adiantar ao Congresso.
“Nesta fase, eu acredito, sinceramente, que é plenamente possível reduzir a jornada máxima de 44 a 40 horas semanais, e, portanto, isso levará à condição de acabar para 6 por 1, que é o grande sonho de milhões e milhões de trabalhadores e trabalhadoras”, declarou.
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Não será um problema a redução de jornada sem redução salarial, se o Governo Federal se comprometer em lançar um pacote de desoneração da folha de pagamento, removendo encargos como as contribuições obrigatórias para entidades como o sistema S, a RAT e o salário educação, despesas estas que podem ser provisionadas dentro da arrecadação de outras tributações.
Será que esse sem cérebro não viu que alguém tem q pagar essa conta??? No mínimo vai ser o aumento dos produtos, principalmente alimentos, são necessários.
Pensar em baixar impostos não ne….. Começando pelos combustiveis que impactam em toda a cadeia…
Esses ignotes, imbecis, vão fazer a vida do do brasileiro virar um inferno, alguém tem q pagar as empresas para continuar produzindo. Imagina o transtorno de quem trabalha a semana inteira e não poder mais comprar nada! Que os médicos, enfermagem, bombeiros, policiais e outros! Façam a mesma coisa. Quero ver os presentes morrendo sem atendimento.
Cumpanhero que nunca trabalhou, apenas fez militância sindicalista quer destruir as micro e pequenas empresas, as que mais empregam e mais vão sofrer o impacto desta medida populista.
Sim com certeza, eles pensar em baixar impostos sobre a folha de pagamento, para que a empresa possa contratar mais não.
Algo parece não fechar com esta escala com viés eleitoreiro para obter votos dos “trabalhadores”.
O Sistema FIERGS alerta que as propostas de redução da jornada de trabalho – com iniciativas que vão desde a transição para 40 horas semanais até a fixação constitucional de 36 horas, em alguns casos com adoção da semana de quatro dias (4×3) e sem redução salarial – pressiona a economia e pode afetar a competitividade industrial e o nível de empregos no Rio Grande do Sul. Para a Federação, as medidas ampliam custos em um momento já delicado para o setor produtivo. O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, que esteve em Brasília debatendo o tema junto à Confederação… Leia mais »