Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 30 de abril de 2016
O ministro das Comunicações, André Figueiredo, defendeu a manutenção da pasta e de suas atribuições, independentemente de uma possível troca governo, em um eventual impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os comentários foram feitos diante de especulações sobre extinção ou fusão de ministérios caso o atual vice-presidente Michel Temer assuma a chefia do Planalto.
“É impensável extinguir um ministério que tem a importância das Comunicações”, afirmou Figueiredo, ao ressaltar que a pasta já está consolidada. “Não acredito que quaisquer governos que possam chegar no nosso País venham a extinguir um ministério tão importante para a história e desenvolvimento do Brasil”, ressaltou.
Para ele, a importância da pasta tem sido ampliada por causa da relevância social e econômica das telecomunicações. “É um setor que está pujante e que está crescendo e toda parte de evolução tecnológica passa primeiramente por telecomunicações”, explicou Figueiredo. “O Brasil não é mais um beneficiário, como foi em 3G e 4G. É um protagonista e estamos partindo em pesquisa e desenvolvimento”, disse.
Inclusão digital
O Ministério das Comunicações foi criado em 1967 e tem como suas áreas de competência os serviços de radiodifusão, postais e de telecomunicações. A pasta também é responsável por formular e propor as políticas nacionais para estas áreas, assim como a política nacional de inclusão digital. (AE)
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