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Brasil Fiocruz alerta que casos de síndrome respiratória aguda grave podem ter parado de cair em sete capitais; há tendência de crescimento nos casos em Porto Alegre

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Os dados foram divulgados no Boletim InfoGripe desta sexta-feira (16).

Foto: Leonardo Oliveira/Fiocruz
Recentes atrasos na entrega de vacinas pela Fiocruz têm origem nas dificuldades de importação do IFA. (Foto: Leonardo Oliveira/Fiocruz)

O Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indica que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) podem ter parado de cair em sete capitais, e há tendência de crescimento nos casos em Macapá, Manaus, Porto Alegre e Vitória. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pela Fundação, que recomenda cautela na flexibilização das medidas de restrição e alerta que é fundamental manter os cuidados individuais e coletivos contra a transmissão da covid-19.

A doença é a causadora de 98% dos casos de SRAG submetidos a testes no País, e, por isso, a síndrome é um dos parâmetros usados por pesquisadores para acompanhar a evolução da pandemia.

Os indícios de estabilização dos casos e óbitos de SRAG foram encontrados pelos pesquisadores no Plano Piloto de Brasília e arredores, em Florianópolis, João Pessoa, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro e Teresina.

Quando a análise se concentra nos Estados, 20 das 27 unidades da federação tendem a ter redução dos casos e óbitos por SRAG, em uma análise de longo prazo, que abrange as seis últimas semanas. Amazonas e Amapá apresentam tendência de crescimento, enquanto Acre, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rondônia tendem a manter o mesmo nível de casos e óbitos por SRAG.

Na análise de curto prazo, que considera as últimas três semanas, o cenário é de maior estabilidade: cai para cinco o número de unidades da federação com tendência de queda na incidência de SRAG, enquanto apenas Rondônia indica crescimento. Para as demais, a tendência é manter o patamar dos casos e mortes pela síndrome respiratória.

Diante desse cenário, a Fiocruz recomenda cautela na hora de flexibilizar o distanciamento, para que a tendência de queda nos casos possa ser mantida por tempo suficiente para que o número de vítimas e internações seja significativamente baixo. Para os estados com sinal de retomada do crescimento e estabilização, a recomendação é reavaliar as flexibilizações adotadas.

Transmissão comunitária

Das 27 capitais, dez foram classificadas com nível transmissão comunitária da doença “extremamente alto”: Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Goiânia, Macapá, Maceió, Porto Alegre, São Paulo e Teresina.

O maior grupo, de 12 capitais, apresenta transmissão em nível muito alto: Aracaju, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Manaus, Natal, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís.

Já Belém, Boa Vista, Cuiabá, Palmas e Vitória foram classificadas um degrau abaixo, no nível alto.

O boletim alerta que essa situação “manterá o número de hospitalizações e óbitos em patamares altos, com tendência de agravamento nas próximas semanas caso não haja nova mobilização por parte das autoridades e população locais”.

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Fisco Paes
17 de julho de 2021 10:39

EITA!!! MAIS UMA BRONCA!

Maria Cristina Martins Nocchi
18 de julho de 2021 12:06

Vc padece de grave problema de interpretação de texto! A coronavac em momento algum foi citada na reportagem. A própria oms afirma categoricamente que ela protege em 60% contra a covid se tomadas as 2 doses. Já que vc é metido a valentão, como todo bozolóide neandertal das cavernas, não tome vacina, aglomere-se, não use máscara e faça uso da cloroquina. Logo logo você irá fazer companhia aos 700 mil mortos de covid. Vai lá, machão!! Enfrenta a morte como todo bom fascista!!

MB Comodoro
17 de julho de 2021 15:38

O que poderiam esperar dessa vacina do Dória, aprovada sem passar por todos os testes, apenas para contrariar Bolsonaro? É uma porcaria! Muitos casos de mortes inclusive em pessoas que tomaram a segunda dose. Alguém esperava algo diferente?

Maria Cristina Martins Nocchi
18 de julho de 2021 12:07

Não, Minion, o que está sendo superfaturado é o preço das vacinas por obra dos milicos mamateiros.

Lecino Ferreira Silva
18 de julho de 2021 10:44

Na moral, mas na moral mesmo…ponha moral nisso; ou os números de óbitos e contaminados estão sendo SUPERFATURADOS ou essas vaCHINAs são água puramente bidestiladas e não estão imunizando bosta nenhuma, táoquêi!!!

Maria Cristina Martins Nocchi
18 de julho de 2021 12:00

Será que o melonaro negacionista prevaricador e fantoche do sinduscon e da Fecomércio sabe disso??

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