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Política Flávio Bolsonaro repudia fala de parlamentar que desejou a morte de Lula

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O senador disse que a fala foi “absurda”.

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
(Foto: Anholete/Agência Senado)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, nesta quarta-feira (9), reprovar a declaração do deputado Gilvan da Federal (PL-ES) sobre desejar a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não é uma postura que se espera de um parlamentar que está ali para discutir as coisas sérias do Brasil”, declarou Flávio no plenário do Senado.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador disse que a fala foi “absurda”. No entanto, citou a imunidade parlamentar e discordou de que seja necessário alguma providência ou “punição” ao deputado.

A imunidade parlamentar é concedida aos senadores e deputados com o objetivo de assegurar-lhes a independência no desempenho do mandato. Com efeito, a ideia da imunidade parlamentar é a de permitir que estes exerçam seus mandatos sem pressões ou abusos por parte dos demais Poderes.

A fala de Gilvan aconteceu na última terça-feira (8) durante a Comissão de Segurança Pública da Câmara. Na ocasião, ele disse: “Quero mais é que ele morra mesmo e que [os seguranças dele] andem desarmados.”

O colegiado aprovou um projeto de lei que proíbe o uso de armas de fogo por seguranças pessoais do presidente Lula e de ministros. A medida foi apresentada em agosto de 2023 pelos deputados Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), atual presidente da comissão, e Delegado Caveira (PL-PA). Gilvan era o relator.

Conforme o texto, “fica vedado o uso de armas de fogo pelos agentes integrantes da segurança pessoal do Presidente da República e de seus Ministros de Estado, ainda que em atividades que envolvam a segurança imediata de tais dignitários”.

Durante a reunião, Bilynskyj, que é pró-armamentista, afirmou que o projeto traz um “nivelamento” no debate sobre acesso a armas no País.

Na justificativa do texto, o deputado argumenta que a atuação da segurança presidencial e ministerial deve “estar de acordo com a ideologia do atual mandatário, que não vê nas armas de fogo algo benéfico para a sociedade”.

O presidente Lula é contra a ampliação do acesso a armas e, em sua gestão, alterou regras criadas no governo de Jair Bolsonaro que facilitavam a questão.

A proposta ainda precisa do aval da Comissão de Administração e Serviço Público e da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Por tramitar em caráter conclusivo, se for aprovado nos colegiados, poderá seguir diretamente para a análise do Senado. As informações são do portal de notícias CNN Brasil.

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Miltch Mitch
10 de abril de 2025 10:33

Os que apodrecem a direita são aqueles que dizem. ” Ele quer voltar a CENA DO CRIME”
E hoje está abraçado com o pt.

Vanderlei Ochoa
10 de abril de 2025 02:00

O bolsonarismo apodreceu a direita ou a direita sempre foi podre?

Vanderlei Stefani
10 de abril de 2025 12:41

Bolsonarismo mata!!!

Juarez Fogliatto
10 de abril de 2025 04:38

Pois fico a pensar: se as autoridades são tão estimadas pelo povo, qual a razão para se cercarem de seguranças armados até os dentes ? E se essas mesmas autoridades são a favor do desarmamento, por que usam seguranças armados? Um contra senso que comprova a hipocrisia da medida.

Bidio Rosa
10 de abril de 2025 04:44

Vocês Imaginen Se Plano Golpe.
Tivesse dado Serto?
Oque Seria do País Hoje?
Deputados Expulicial?

Miltch Mitch
10 de abril de 2025 10:30

Ué porque o espanto? O próprio DEScondenado disse em frente as câmeras e repórteres que queria FODER com a vida do juiz Sérgio Moro?
A esquerda e um perigo. Quem vota no pt não e só burro e cúmplice.

Valmir Endruweit
10 de abril de 2025 15:07

PAU NO CU! Que vá para o inferno o Lule e seu amigo Mitooooooo.

Bolsonarismo abre trincheira na Câmara dos Deputados contra a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública encaminhada pelo governo Lula
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