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Política Flávio Bolsonaro se diz a favor de CPI do Banco Master e cita compromisso de voltar instituições para “caixinhas”

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Diretórios priorizam disputas ao Senado e alianças com nomes da direita mais competitivos, frustrando planos do pré-candidato. (Foto: Reprodução)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nessa quinta-feira (12) que é favorável à instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master e fez críticas à atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, a apuração parlamentar seria um instrumento adequado para esclarecer os fatos relacionados ao caso.

Levantamento divulgado pelo O Estado de S. Paulo, por meio do chamado Placar do Estadão, indicou que a maioria dos deputados e senadores consultados se posicionou a favor da criação de um colegiado para tratar do assunto.

Durante entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, o senador reafirmou que continuará assinando pedidos de impeachment contra integrantes da Corte. “Essa situação das investigações que estão acontecendo, isso está causando um nojo para todo mundo”, disse, referindo-se ao Banco Master e também a casos de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“O que a gente está se comprometendo a fazer é botar as instituições de volta nas suas caixinhas”, declarou, ao comentar sua visão sobre o funcionamento dos Poderes e a relação entre as instituições da República.

Flávio também criticou a atuação da Polícia Federal (PF) e afirmou que, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, a corporação não teria promovido perseguições. “Enquanto o presidente era o Bolsonaro, viu a PF perseguindo alguém? Olha como é hoje. Não vou dar nomes aqui, mas você pega um parlamentar, um cara que nunca teve problema nenhum na vida dele, um deputado que está lá, posta uma coisa na rede social. Daqui a pouco, a PF vai buscar na casa do deputado porque falou uma coisa que desagradou na internet”, disse.

As declarações foram feitas em meio ao debate público sobre investigações em curso e à relação entre os Poderes. O senador não citou casos específicos, mas mencionou a existência de parlamentares que, segundo ele, estariam sendo alvo de medidas por manifestações feitas nas redes sociais.

O pré-candidato também direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao comentar o cenário eleitoral, afirmou: “Como é que você acha que vão votar os assaltantes? Como é que você acha que vão votar os estupradores? Como é que você acha que vão votar os caras que estão roubando o INSS? Tudo com Lula”, disse. (Com informações de O Estado de S. Paulo)

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