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Política Flávio Dino no Supremo: quanto ganhará, quem será colega dele e quais processos herdará

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A indicação foi enviada ao Senado, onde precisa ser aprovada por pelo menos 41, dos 81 parlamentares.

Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Dino foi indicado para o STF pelo presidente Lula. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

O ministro da Justiça e Segurança Pública Flávio Dino foi indicado pelo presidente Lula para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), no lugar da ex-ministra Rosa Weber, que se aposentou em setembro deste ano.

A indicação foi enviada ao Senado, onde precisa ser aprovada por pelo menos 41, dos 81 parlamentares. Antes, Dino passará por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que também vota a indicação, marcada para o dia 13 de dezembro.

Se aprovado pelo Senado, o salário de Dino deve permanecer o mesmo, já que à frente da pasta da Justiça, o ministro recebe R$ 41.650,92 de salário bruto, o mesmo valor recebido por um ministro do STF. Da mesma forma, o decreto legislativo nº 172/22 e a Lei nº 14.520/23 estabelecem o aumento progressivo dos salários dos ministros do Estado e da Suprema Corte, respectivamente.

Então, a partir de 1º de fevereiro, haverá um novo aumento, para R$ 44.008,52, e, na mesma data em 2025, para R$ 46.366,19 nas remunerações de ambos os cargos. Pela Constituição, o Supremo é formado por 11 ministros, que devem ser nomeados pelo Presidente da República em exercício. Atualmente, desde a aposentadoria de Rosa Weber, a Suprema Corte é formada por:

Luís Roberto Barroso (presidente) – indicado por Dilma Rousseff
Gilmar Mendes (decano) – indicado por Fernando Henrique Cardoso
Cármen Lúcia – indicada por Lula
Dias Toffoli – indicado por Lula
Luiz Fux – indicado por Dilma Rousseff
Edson Fachin – indicado por Dilma Rousseff
Alexandre de Moraes – indicado por Michel Temer
Nunes Marques – indicado por Jair Bolsonaro
André Mendonça – indicado por Jair Bolsonaro
Cristiano Zanin – indicado por Lula

Como substituto de Weber, Flávio Dino herdaria a relatoria de uma série de temas de interesse do governo Lula.

O acervo que irá para a mesa do substituto da ministra aposentada conta com 217 processos, que inclui tanto ações que estavam com a ministra, quanto por processos que antes eram relatados por Barroso, mas que não permaneceram com ele a partir de sua ida para a Presidência da Corte.

Em alguns casos, como na ação que trata da descriminalização do aborto, Weber antecipou seu voto — entendimento que não pode ser alterado pelo sucessor. Nesta matéria, Weber votou por permitir a prática durante as 12 primeiras semanas de gestação.

Nos outros casos em que ainda não há voto proferido, porém, cabe a quem ocupar sua cadeira analisar a matéria e proferir seu entendimento. Na lista, está a análise do último decreto de indulto natalino assinado por Jair Bolsonaro, que beneficiou pessoas condenadas a penas menores de 5 anos. Há, também, uma ação que investiga supostos crimes praticados por Juscelino Filho, atual ministro das Comunicações, enquanto era deputado federal pelo Maranhão.

 

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Vanderlei Ochoa
30 de novembro de 2023 12:54

ESSE É O hOMEM QUE A extrema direita QUER IMPEDIR de trabalhar pelo Brasil DEMOCRÁTICO.

Flávio Dino de Castro e Costa (São Luís, 30 de abril de 1968) é um advogado, político, professor e ex-magistrado brasileiro, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).[2] É o atual ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil e senador pelo estado do Maranhão,[3] do qual foi governador entre 2015 e 2022. É também professor de direito constitucional da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Fernando Krause
30 de novembro de 2023 10:22

Até parece que são só R$ 41.650,92…

Nilton G Veiga
29 de novembro de 2023 23:42

Ganhará altos salário e mordomias mil para ajudar a afundar o país e seu povo.
Isto mesmo povinho burro, quando chegar as eleições continuam votando nestes merdas.

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