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Mundo FMI alerta para impacto de tarifas e Trump mostra sinais de recuo

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Fundo prevê crescimento global menor diante das taxas de Trump e destaca desaceleração em cadeias de produção e pressão nos preços.

Foto: Reprodução
"O Trump tem uma capacidade enorme de aproveitar dessas alianças por um breve período e depois tirar essas pessoas da Casa Branca." (Foto: Reprodução)

Citando diretamente o “tarifaço” de Donald Trump, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as previsões de crescimento econômico global para 2025. Diante de toda a repercussão negativa, o presidente americano apresentou os primeiros sinais de recuo na guerra comercial e afirmou que não vai pegar pesado com a China.

O FMI destacou que a incerteza gerada pela escalada nas tensões comerciais terá um impacto significativo na atividade econômica global. Um dos pontos mais afetados será a cadeia de produção, o que pode provocar uma redução na oferta de produtos pelo globo.

O economista-chefe do Fundo, Pierre-Olivier Gourinchas, afirmou que as tarifas forçaram negócios a pausar investimentos e compras, já indicando uma desaceleração em algumas atividades. “E isso é um choque negativo na demanda e vai gerar pressão nos preços. E, além disso, temos o fato de que existem cadeias de suprimentos incrivelmente complexas que foram construídas ao longo de anos”, complementa.

A nova previsão do FMI é de um crescimento econômico global de 2,8%, o que representa um corte de meio ponto percentual na comparação com as estimativas anteriores.

O fundo também prevê um crescimento menor para os Estados Unidos. Segundo o FMI, a economia americana deve crescer 1,8% neste ano, acompanhada de inflação persistente e de maior possibilidade de retração no consumo.

“Nós estamos dizendo que o risco de uma recessão acontecer nos EUA aumentou. De acordo com nossos cálculos, esse risco subiu de cerca de 25% em outubro para algo em torno de quase 40% agora.”, disse Gourinchas.

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1 Comentário
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Nobuo Momoe
23 de abril de 2025 13:16

Lógico. O Trump errou muito em criticar o Sr Powell (FED. Também vai ter que reduzir as taxas alfandegárias contra aliados, talvez até da china.

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