Quinta-feira, 25 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 18 de agosto de 2023
A gasolina foi comercializada, em média, a R$ 5,65.
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO preço médio da gasolina subiu nos postos de todo o Brasil nesta semana por conta dos ajustes nas bombas anunciados pela Petrobras.
É o que mostra o levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta sexta-feira (18). A pesquisa é referente à semana de 13 a 19 de agosto.
A gasolina foi comercializada, em média, a R$ 5,65. O aumento foi de 2,17% frente aos R$ 5,53 da semana anterior, de acordo com os dados da ANP. O preço máximo do combustível encontrado nos postos foi de R$ 7,62.
Já o etanol rompeu uma sequência de quedas e subiu para R$ 3,61 na última semana. A alta foi de 0,56% em relação aos R$ 3,59 da semana anterior. O preço mais alto identificado pela ANP foi de R$ 6,39.
Enquanto o diesel registrou sua terceira alta consecutiva e foi encontrado nos postos, em média, a R$ 5,38. O aumento foi de 7,6% frente aos R$ 5 da semana anterior. O valor mais caro encontrado pela agência na semana foi de R$ 7,75.
Aumento nas bombas
A Petrobras anunciou na última terça-feira (15) reajustes nos preços da gasolina e do diesel vendidos para as distribuidoras. Desde quarta-feira (16), o litro da gasolina teve uma alta de R$ 0,41, chegando a R$ 2,93. Já o do diesel subiu R$ 0,78, passando para R$ 3,80.
“Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, de R$ 2,14 a cada litro vendido na bomba. No ano, a variação acumulada no preço de venda da gasolina A da Petrobras para as distribuidoras é uma redução de R$ 0,15 por litro”, afirmou a estatal em nota.
“Destaca-se que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda. Importante esclarecer que a implementação da estratégia comercial, em substituição à política de preços anterior, incorporou parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação. Em um primeiro momento, isso permitiu que a empresa reduzisse seus preços de gasolina e diesel e, nas últimas semanas, mitigasse os efeitos da volatilidade e da alta abrupta dos preços externos, propiciando período de estabilidade de preços aos seus clientes. No entanto, a consolidação dos preços do petróleo em outro patamar, e estando a Petrobras no limite da sua otimização operacional, incluindo a realização de importações complementares, torna-se necessário realizar ajustes de preços para ambos os combustíveis, dentro dos parâmetros da estratégia comercial, visando o reequilíbrio com o mercado e com os valores marginais para a Petrobras”, explicou a empresa.
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Este desgoverno, que no primeiro semestre surfou nos ótimos indices econômicos deixados por Bolsonaro, agora cai na realidade e o povo pagará pela decisão, “ainda duvidosa”, de te-lo eleito. Desgoverno que gasta irresponsávelmente, colocou de volta a “turma de corruptos descondenados” para saquear o orçamento e estatais. Triste momento!