Sábado, 29 de Fevereiro de 2020

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Colunistas Gaúchos retornam da Arábia Saudita com perspectivas de negócios

O presidente da Famurs, Luciano Pinto (Foto: Banco de Dados)

O presidente da Famurs, a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul, no Sul do Brasil, Luciano Pinto, concluiu um roteiro de importantes contatos com autoridades e investidores da Arábia Saudita.

Antes de retornar da Arábia Saudita, depois de contatos com representantes de empresas interessadas em investimentos na América do Sul, Luciano participou em Riyadh, ao lado do presidente da Coopnore, a Cooperativa dos Notários e Tabeliães, Sérgio Afonso Manica, da assinatura do importante acordo com o Dr. Nasser Presidente da Saudi Management Association – King Saud University e a OCERGS (Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul) garantindo suporte que será dado para a abertura da Faculdade de Cooperativismo no Reino da Arábia Saudita, com know-how brasileiro.

Prestando contas

O presidente da Famurs, Luciano Pinto, disse ontem à noite ao colunista, ao chegar em Porto Alegre, que vai preparar um relatório dos contatos feitos na Arábia Saudita, para entregar ao governador José Ivo Sartori. Antes da viagem, Sartori conversou com o presidente da Famurs, solicitando que ele identificasse a existência de oportunidades de negócios, fazendo um trabalho precursor para uma futura viagem oficial do governo gaúcho aos países árabes.

Ana Amélia contra o voto em lista fechada

A senadora Ana Amélia (PP) já firmou posição sobre a proposta de voto em lista fechada, defendida entre lideranças do Congresso. Ana Amélia está tornando públicas as razões pelas quais votará contra a proposta:

— A lista fechada é um pacote pronto e acabado para o eleitor, determinado pelo partido político. Assim, o eleitor pode ter surpresas de naquela lista estar alguém que ele jamais escolheria para representá-lo.

Comissão apoia vítimas de violência

A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa rejeitou, na reunião desta semana, o parecer do deputado Jeferson Fernandes (PT). Ele era contrário ao Projeto de Resolução 24/2015, da deputada Zilá Breitenbach. Entre outras medidas, a proposição da deputada altera o nome da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos que passa a denominar-se “Comissão de Direitos Humanos, da Cidadania e das Vítimas de Violência”.

Bandalheiras em Triunfo?

Andou bem o Tribunal de Contas do Estado, ao emitir ontem à tarde, medida cautelar assinada pelo conselheiro relator do processo, Pedro Figueiredo, suspendendo a nomeação para os cargos em comissão e funções recriados pela Lei Municipal n 2.827/2017, do Município de Triunfo. São cerca de 60 cargos criados para livre nomeação.

Usando um artifício, a legislação recriou cargos e funções sem natureza de direção, chefia ou assessoramento, que já haviam sido declarados inconstitucionais. Há ainda outra pérola aprovada pela Câmara local, no mesmo pacote dos cargos de confiança em Triunfo, no início deste ano: o projeto 012/2017 que estabelece gratificações entre 3.600,00 e 4.900,00 reais para funcionários de outros municípios, cedidos ao município.

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