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Notícias “Gostaria que todos voltassem a trabalhar, mas quem decide são os governadores”, diz Bolsonaro

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Demonizado pelo presidente na campanha, grupo agora ganha convite para segundo e terceiros escalões. (Foto: Divulgação/Palácio do Planalto)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (01) que gostaria que todos os brasileiros voltassem a trabalhar, mas que isso depende dos governadores e prefeitos. Bolsonaro também disse que “brevemente” o País voltará à normalidade. Na quinta-feira, o ministro da Saúde, Nelson Teich, disse que a orientação da pasta continua sendo o distanciamento social e que não há uma intenção de flexibilizar as regras.

A declaração de Bolsonaro foi feita à deputada Bia Kicis (PSL-DF), que visitou o Palácio do Alvorada com um grupo de agricultores. Ela pediu a Bolsonaro uma mensagem em referência ao Dia do Trabalho, comemorado nesta sexta:

“Eu gostaria que todos voltassem a trabalhar, mas quem decide isso não sou eu, são os governadores e prefeitos. O Brasil é um país maravilhoso. Eu tenho certeza, que (com) Deus acima de tudo, brevemente voltaremos à normalidade”, respondeu Bolsonaro.

Na quinta-feira, em entrevista coletiva, Teich disse estar preocupado com a polarização política em torno da adoção ou não de medidas de distanciamento social. A declaração foi feita após ser questionado se, diante do número de mortos pela doença estar perto de 6 mil, o ministério alteraria a orientação para o distanciamento social.

“O número de mortes adicional é muito triste. Mas não é porque eu tenho uma alteração nesse número de mortes. A política não é em função disso. Temos uma definição clara: o distanciamento permanece como orientação”, afirmou o ministro.

Desde o início da pandemia do coronavírus, o presidente tem protagonizado um conflito permanente com governadores e prefeitos que adotaram medidas de distanciamento social para conter a disseminação da doença, entre elas o fechamento de comércios e a suspensão de aulas.

Na quinta-feira (30), Bolsonaro disse que os que promoveram essas ações não conseguiram achatar a curva de transmissão do vírus.

“O Supremo [Tribunal Federal] decidiu que as medidas para evitar – ou para fazer a curva ser achatada – caberiam a governadores e prefeitos. Não achataram a curva. Governadores e prefeitos que tomaram medidas bastante rígidas não achataram a curva”, disse o presidente, na quinta.

O Brasil tem 91.589 casos confirmados e 6.329 mortes. No total, em 24 horas o país registrou 6.209 novos casos e 428 óbitos. Na comparação com o dia 1º de abril, o Brasil registrou 84.753 casos novos e 6.088 mortes em um mês.

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