Terça-feira, 07 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 7 de julho de 2026
De acordo com Leite, a extinção da taxa retiraria cerca de R$ 750 milhões por ano dos cofres públicos
Foto: Maurício Tonetto/Arquivo Secom-RSO governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, vetou o projeto de lei que prevê o fim da taxa de licenciamento para veículos no Estado. A proposta, do deputado estadual Rodrigo Lorenzoni (PP), foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa no início de junho.
O projeto extingue a taxa de expedição do CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo). Segundo o parlamentar, não há mais justificativa para a taxa após a digitalização do documento, que deixou de ser impresso e enviado aos motoristas pelos Correios.
Leite, que tinha até esta terça-feira (7) para sancionar ou vetar a proposta, afirmou, na segunda (6), que a sua decisão foi justificada pelo impacto financeiro da medida. De acordo com ele, a extinção da taxa – atualmente de R$ 114,09 – retiraria cerca de R$ 750 milhões por ano dos cofres públicos. Segundo Leite, isso prejudicaria investimentos na segurança pública e serviços ligados ao Detran (Departamento Estadual de Trânsito).
A taxa é obrigatória para a emissão do CRLV. Com o veto, o projeto retorna para a Assembleia Legislativa, e os deputados têm um prazo de 30 dias para analisar se mantêm ou não a decisão do governador.
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Parabéns Sr. Leite por mais este ato de burrice.
“O quê nao é mais feito não pode ser cobrado”.
Receba um voto a menos ao cargo que te candidatares.
VANDEKUUU…OHHH VANDEKUUU…KD OS VANDEKUUUSS…OLHA O QUE A TUA ESQUERDA MARAVILHOSA ESTA FAZENDO…
Nessas horas a petralhada some ..
KKKKKKK, PSDB + LEITE +PARTIDOS SOCIALISTA ,Ainda quer concorrer algum cargo no estado, com isso espero que o povinho tomem vergonha na cara e corra com esses falsos politicos lembram na campanha” governo focava na redução de taxas”.pensam somente no estado e não no cidadão pagador de impostos, OUTUBRO ESTÁ CHEGANDO LEITE ACORDE
É uma taxa para emissão de documento cuja impressão não é mais realizada. Então isso é um imposto que não tem nome nem objetivo definido. Cabe à Assembleia Legislativa acabar com esse abuso.
Eles já fizeram por unanimidade. Terão que fazer de novo.