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Economia Governo federal anuncia que setores atingidos por novo tarifaço dos Estados Unidos terão plano de socorro

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Os exportadores mais atingidos, desta vez, são os setores de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis e mobiliários, produtos cerâmicos, calçados e  açúcar

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O governo federal anunciou que retomará o programa de apoio aos setores empresariais atingidos pelo novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

Na quinta-feira (16), o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) oficializou uma tarifa adicional de 25% para produtos brasileiros alegando supostas práticas “desleais” no comércio por parte do Brasil.

As novas tarifas passam a valer a partir de quarta-feira (22). O Brasil rejeita as justificativas apontadas pelo governo de Donald Trump para a taxação.

“O governo, a partir de agora, tem como prioridade atender e apoiar esses setores por essa injusta, indevida e ilegal tarifação que nos foi imposta”, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, em entrevista coletiva em Brasília, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e de outros ministros, incluindo Dario Durigan, da Fazenda.

Segundo Rosa, os exportadores mais atingidos, desta vez, são os setores de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis e mobiliários, produtos cerâmicos, calçados e  açúcar. Eles deverão contar com linha de crédito para capital de giro, investimentos e com apoio para escoamento de produtos a outros clientes e países.

Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior apontam um total de 2,4 mil empresas nacionais diretamente atingidas pelo tarifaço, que respondem, juntas, por cerca de 18% das exportações brasileiras com destino aos EUA, o que corresponde a transações estimadas de US$ 7,4 bilhões, na comparação com números de 2024.

O ministro da Fazenda classificou a decisão dos EUA com uma interferência externa indevida. “É inadmissível, do ponto de vista do governo, ter essa interferência externa, seja ela política, econômica, seja ela uma forma qualquer para afugentar e constranger o Brasil, as famílias brasileiras, os empresários e os trabalhadores brasileiros”, disse Durigan.

Segundo o ministro, todas as alegações dos EUA são falsas e não se sustentam em dados concretos. De acordo com Durigan, o tarifaço não afetará a estabilidade macroeconômica do Brasil, e as medidas de socorro que serão tomadas pelo governo deverão ser linhas de crédito em montantes inferiores aos do ano passado, já que a lista de exceções ao tarifaço está maior desta vez.

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3 Comentários
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MIRO
17 de julho de 2026 09:50

Sim…Sim….Linhas de Credito , com os Juros mais altos do Mundo…

ROUBAR E CORROMPER…JÁ NÃO É MAIS O NOSSO MAIOR PROBLEMA …..O Ladrão , está envolvido em coisa bem pior…..

“O Brasil bateu recorde histórico com cerca de 9 milhões de CNPJs negativados e um volume de débitos em atraso superior a R$ 220 bilhões. Os pequenos negócios representam a esmagadora maioria desse cenário, concentrando 8,5 milhões das empresas inadimplentes”

ochoavanderlei@gmail.com
17 de julho de 2026 08:52

Quem está conspirando contra o Brasil lá nisso states? Eduardo e Flávio Bolsonaro. E tem gente que apoia isso.

MIRO
17 de julho de 2026 09:53

VAGABUNDO…..MENTIROSO…. SOLDADINHO DO CRIME…Apoiador de CRIMINOSOS:

“O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, culpou o presidente Lula pela imposição de uma tarifa de $25 sobre produtos brasileiros. Ele declarou que o governo brasileiro não negociou de boa-fé e acusou o petista de colocar o “próprio ego à frente de um acordo”

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