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Economia Governo ainda avalia se fará segunda edição do “Enem dos Concursos”

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O texto foi aprovado de forma simbólica (sem a contagem de votos) e segue para sanção do presidente da República. (Foto: Freepik)

O governo deve decidir em fevereiro de 2025 sobre a realização de um novo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), conhecido como “Enem dos Concursos”. Conforme a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, a intenção é fazer uma nova prova nacional ainda este ano, mas a decisão ficará para depois da conclusão da última etapa do primeiro concurso.

“A decisão sobre o novo concurso unificado vai ficar para fevereiro, porque a gente quer terminar o primeiro para anunciar o segundo”, afirmou Dweck. “Temos intenção de fazer, mas só vamos ter a definição final em fevereiro”, completou a ministra. O CNU, que ficou conhecido como “Enem dos Concursos”, foi realizado pelo governo federal pela primeira vez em 2024. O resultado final, contudo, só será divulgado em 11 de fevereiro de 2025.

Dweck também afirmou que o ministério está fazendo um balanço de “tudo que tem que ser aprimorado” para a realização da segunda edição do CNU.

As provas do concurso foram realizadas em agosto, depois de serem adiadas por causa das enchentes no Rio Grande do Sul. Antes, a previsão inicial era que fossem feitas em maio. Em novembro, o governo também decidiu adiar o resultado final do concurso para fevereiro de 2025.

O cronograma anterior previa que os aprovados passariam por cursos de formação já em dezembro deste ano e seriam convocados para a posse dos cargos a partir de janeiro de 2025. Agora, a divulgação do resultado final ficou para 11 de fevereiro, devido a um acordo judicial firmado pela União com o Ministério Público Federal, Advocacia-Geral da União e a banca organizadora da seleção, a Fundação Cesgranrio. Com isso, foi feita a reintegração de candidatos que não preencheram corretamente o cartão de resposta e incluída a exigência de títulos para o cargo de analistas técnicos de políticas sociais (ATPS) e a ampliação do número de correções para cotistas negros.

Ha cerca de dez dias, os candidatos que foram reintegrados na primeira edição do CNU passaram a ter acessi aos resultados dos pedidos de revisão das notas das provas discursivas e redações. O governo federal e a Cesgranrio vão realizar os procedimentos de verificação daqueles que concorrem às vagas reservadas para negros, indígenas e pessoas com deficiência.

Reajustes

Esther Dweck falou sobre a realização de um novo concurso durante uma entrevista sobre a medida provisória (MP) do reajuste de servidores públicos federais.

A MP, que ainda será publicada e enviada ao Congresso, prevê a criação de duas novas carreiras transversais do serviço público de Desenvolvimento Socioeconômico e de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa, com 750 cargos cada e remuneração entre R$ 9,7 mil (inicial) a R$ 21 mil (final).

As vagas devem ser preenchidas, segundo a ministra Esther Dweck, por meio de uma nova edição do CPNU.

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