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Mundo Governo brasileiro confirma a morte de soldado voluntário gaúcho na Ucrânia

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Natural de Porto Alegre, André Luiz Hack Bahi participou do conflito entre os dois países

Foto: Reprodução/Instagram
(Foto: Reprodução/Instagram)

O Ministério das Relações Exteriores confirmou, nesta quinta-feira (09), que o soldado André Luiz Hack Bahi, de 43 anos, morreu em território ucraniano, ao participar do conflito entre Ucrânia e Rússia.

De acordo com o Itamaraty, a confirmação veio da Embaixada do Brasil em Kiev. Natural de Porto Alegre, André Luiz Hack Bahi participou do conflito entre os dois países.

O socorrista faria parte da Legião Internacional de Defesa Territorial da Ucrânia. De acordo com a irmã, ele morava no Ceará e se separou de sua esposa antes de ir para a Europa. O corpo de Hack deve ser cremado e, as cinzas, jogadas em Quixadá, onde vivia.

Em nota, o Itamaraty diz que “o Ministério das Relações Exteriores recebeu, por meio da Embaixada do Brasil em Kiev, confirmação do falecimento de nacional brasileiro em território ucraniano em decorrência do conflito naquele país e mantém contato com familiares para prestar-lhes toda a assistência cabível, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local”.

Bahi tinha quatro filhos confirmados pela irmã. Na Ucrânia, para onde se voluntariou a lutar, esteve em Kiev, e por último se deslocou a Severodonetsk, uma das cidades mais recentemente atacadas pelas forças russas.

Em março o ministro de Relações Exteriores, Carlos França, enviou cinco embaixadas com novas tarefas para auxiliar os brasileiros que estavam na Ucrânia ou que conseguiram deixar o país.

De acordo com o ministro, isso foi feito “diante do agravamento da situação”. O conflito entre a Rússia e Ucrânia começou em 24 de fevereiro. Desde o início do conflito mais de sete milhões de pessoas cruzaram a fronteira da do país invadido por forças russas, segundo a Acnur (Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados).

O número de refugiados individuais da Ucrânia registrados em toda a Europa foi de 4.712.076. O documento diz ainda que a Polônia, Rússia e Moldova são os países que mais receberam ucranianos.

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Jose Rafael Damico
9 de junho de 2022 15:50

👨‍🦯🙏🙏⚘

Eloa Guterres
9 de junho de 2022 16:27

Foi para lá para morrer e dar tristeza para família. E gastos, porque o Itamaraty, nao se envolve em voluntário de guerra.

Adroaldo Mousquer
10 de junho de 2022 09:23

Condolências à família. Ninguém tem culpa pelo ato impensado ou mal pensado. Constato também um bom exemplo de como a mídia trata iguais de modo diferente: quando é a favor dos “aliados”, é voluntário, quando é contra é mercenário.

Asdrúbal Messias
10 de junho de 2022 23:34

ou o homosexualismo

Adroaldo Mousquer
10 de junho de 2022 19:24

Ou o fanatismo.

Asdrúbal Messias
10 de junho de 2022 16:03

Podia ter ficado aqui e ajudar a exterminar o comunismo.

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