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Flavio Pereira Governo Federal anuncia plano para recuperar o Hospital Universitário de Canoas

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Gilberto Barichello, presidente do GHC, Mozart Salles, representante do Ministério da Saúde, o ex-ministro e deputado Paulo Pimenta e Airton Souza, prefeito de Canoas, no anúncio de ontem. (Foto: Arquivo pessoal)

O Governo Federal anunciou ontem um plano de reestruturação e investimentos para recuperar a plena capacidade do Hospital Universitário de Canoas, que atende a cerca de 200 municípios gaúchos pelo Sistema Único de Saúde e que sofreu uma interdição parcial do Cremers (Conselho Regional de Medicina). Após uma prolongada reunião, articulada pelo ex-ministro da Reconstrução, deputado federal Paulo Pimenta, com o prefeito de Canoas, Airton Souza, e representantes da bancada federal, com o secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, o plano foi anunciado.

Representante do Ministério da Saúde, Mozart Sales conversou com a imprensa após o encontro. Ao jornalista Flavio Pereira, explicou: “O que decidimos é que o Governo Federal, articulado com o Estado e o município de Canoas, fará um esforço conjunto para recuperar áreas estratégicas do Hospital Universitário. Será uma ação em várias frentes, também fazendo uma recomposição do quadro de dívidas e a gestão de maneira articulada e compartilhada com o município e o Estado”, anunciou o representante do Governo Federal.

Mozart Sales visitou as dependências do hospital e tomou conhecimento do estado crítico e da precariedade em diversos setores. Uma das medidas anunciadas será a implantação, no hospital, de um plano de recuperação dos equipamentos, dentro do programa Agora Tem Especialistas, além de melhorias na governança e na qualidade da gestão.

“Em 30 dias, no máximo, será concluído o estudo e iniciado o programa de investimento. Esse hospital precisa ser reequipado, precisa ter essa estrutura toda funcionando, valorizando seus recursos humanos, que são preciosos. Isso significa pagar em dia servidores e médicos e qualificar essa relação. E precisaremos da expertise do GHC (Grupo Hospitalar Conceição), que será os olhos do Governo Federal nessa gestão”, afirmou o representante do Ministério da Saúde.

“Governo Federal tem aportado 54% dos recursos para o HU de Canoas”

O ex-ministro da Reconstrução, Paulo Pimenta, disse ontem, após a reunião com o prefeito de Canoas, Airton Souza, e representantes da bancada federal, com o secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, que “é preciso destacar que esse hospital está de pé graças ao Governo Federal, que tem garantido 54% dos recursos para o seu funcionamento. O município tem aportado outros 26%, e o Estado apenas 20%”, destacou.

“Este é um hospital 100% SUS, no coração da Região Metropolitana”, disse o deputado, sobre a importância do HU para o sistema de saúde do Estado. “O Governo Federal pode ajudar mais. Queremos ampliar a capacidade de atendimento do hospital.”

Salários de até US$ 124 mil por ano: falta de enfermeiros impulsiona programa que prepara brasileiros para carreira nos EUA

Com salários de até US$ 124 mil por ano, os EUA querem atrair enfermeiros brasileiros. A crescente demanda por enfermeiros nos Estados Unidos tem aberto uma oportunidade concreta para brasileiros que desejam construir carreira internacional de forma legalizada, com garantia de emprego, visto de trabalho e possibilidade de levar a família, informa o Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano (ICBNA). Esse cenário favorável impulsionou a criação do programa Enfermagem Sem Fronteiras, desenvolvido pela Faculdade Factum em parceria com o Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano (ICBNA). Segundo o U.S. Bureau of Labor Statistics (BLS), os Estados Unidos devem abrir cerca de 440 mil novas vagas para enfermeiros nos próximos cinco anos. A média de remuneração de enfermeiro nos Estados Unidos atualmente gira em torno de US$ 129 mil por ano, média de US$ 10.750,00 por mês. Todavia, muitos enfermeiros com prática avançada (Nurse Practitioners, NPs na sigla em inglês) ultrapassam US$ 150 mil, sendo que, em alguns casos, a remuneração pode chegar a mais de US$ 200 mil por ano, dependendo da especialidade e do estado norte-americano em que atuam.

Cartão corporativo do governo Lula chega a R$ 425 milhões

As despesas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva no cartão corporativo, em 2025, ultrapassaram R$ 423 milhões, conforme registros oficiais. A informação é da revista Veja.

Empresas de meios de pagamento, lojas de materiais de construção e o iFood, aplicativo de entrega de comida, concentram os maiores valores pagos nesse período.

Amcham Brasil avalia decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de reduzir sobretaxas

A propósito da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que derrubou as tarifas impostas pelo presidente americano, Donald Trump, o jornalista Flavio Pereira recebeu da Amcham Brasil, a maior entidade multissetorial do país e a maior Câmara Americana de Comércio fora dos Estados Unidos, a seguinte nota:

“Na avaliação da Amcham Brasil, a decisão anunciada hoje, 20 de fevereiro, pela Suprema Corte dos Estados Unidos – que considerou inadequado o uso de tarifas com base na legislação americana de emergência econômica (International Emergency Economic Powers Act – IEEPA) – reduzirá parcela relevante das sobretaxas atualmente aplicadas às exportações brasileiras.

Embora o alcance e os efeitos práticos da decisão ainda estejam em análise, ela tem potencial de melhorar as condições de competitividade dos produtos brasileiros no mercado norte-americano e ampliar a previsibilidade nas relações comerciais entre os dois países.

A Amcham Brasil ressalta que permanece a possibilidade de adoção de novas medidas tarifárias pelos Estados Unidos com base em instrumentos jurídicos distintos da legislação de emergência econômica. Seguem em vigor tarifas aplicadas às exportações brasileiras com fundamento em segurança nacional (Seção 232), incluindo setores como aço e alumínio. Também permanece em curso a investigação amparada na Seção 301, relativa a políticas e práticas comerciais brasileiras, que poderá resultar na adoção de novas medidas comerciais.

Diante desse cenário, a Amcham Brasil reforça que o momento exige intensificação do diálogo bilateral e avanço em negociações entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos, com foco na redução de barreiras e na ampliação do comércio e dos investimentos entre as duas economias. Para a Amcham, o anúncio de um encontro próximo entre os presidentes dos dois países representa uma janela estratégica para avançar nesse objetivo.” (Por Flavio Pereira – @flaviorrpereira)

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