Segunda-feira, 20 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 19 de março de 2023
Balanço aponta redução de 74,8% nos ataques criminosos
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO governo federal anunciou neste sábado (18) o envio de mais 100 agentes da Força Nacional ao Rio Grande do Norte, para ajudar a conter a onda de ataques criminosos no Estado, como incêndios em prédios públicos, comércios, veículos e até residências, além de tiroteios. No estado, o balanço é de redução dos ataques devido aos reforços e às ações da segurança pública nas ruas.
Pelas redes sociais, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou o envio de mais 100 agentes da Força Nacional ao estado.
Balanço da Força Tarefa
Neste sábado, a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, atualizou o balanço da Força Tarefa que atua para conter a onda de violência.
Desde a última terça-feira (14), quando houve os primeiros registros, 111 suspeitos foram presos, sendo três adolescentes, 11 foragidos da Justiça recapturados e três monitorados por tornozeleira eletrônica. Nesse último caso, um deles foi preso com arma de fogo, outro com um com galão de gasolina e o terceiro com grande quantidade de drogas.
O balanço registra ainda 34 armas de fogo apreendidas, além de quatro falsas, 98 artefatos explosivos e 23 galões de gasolina. Há também 12 motos, dois carros, dinheiro, drogas, munições e produtos de furto recuperados.
Apesar de a noite de sexta-feira (17) e madrugada deste sábado (18) terem sido marcadas por mais violência no estado, com novos ataques criminosos e mortes, o governo do estado diz que o reforço de agentes de segurança pública e ações constantes nas ruas do estado resultaram na redução de atos criminosos.
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Chega a ser cômico esse envio de mais 100 agentes da Força Nacional ao Rio Grande do Norte. O RN tem um contigente de mais de 8.300 homens que não estão dando conta do serviço, 100 não fará a menor diferença, ao contrário, baixa o moral dos policiais potiguares, taxados como incompetentes, não é questão de numerário e sim de gestão, de deixar a polícia trabalhar da forma que sabe. O mesmo ocorreu aqui no Ceará, não deixaram a polícia trabalhar, isso chama-se incompetência, mas não da polícia e sim dos governadores.