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Política Governo federal lança campanha de visibilidade e defesa dos direitos LGBTQIA+

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A iniciativa tem o objetivo de apresentar os resultados sobre as ações que o governo federal tem desenvolvido para a garantia de direitos à população LGBTQIA+

Foto: Marcello Camargo/Agência Brasil
A iniciativa tem o objetivo de apresentar os resultados sobre as ações que o governo federal tem desenvolvido para a garantia de direitos à população LGBTQIA+. (Foto: Marcello Camargo/Agência Brasil)

O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania lançou na quinta-feira (4), em São Paulo, a campanha “O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas”.

A iniciativa tem o objetivo de dar transparência e apresentar os resultados sobre as ações que o governo federal tem desenvolvido para a garantia de direitos à população LGBTQIA+, além de impulsionar o alcance das políticas públicas para pessoas em situação de vulnerabilidade.

O lançamento ocorreu durante a 25ª edição da Feira Cultural da Diversidade e Empreendedorismo LGBT+. Desde 2023, segundo o ministério, foram investidos mais de R$ 61 milhões em ações voltadas para a promoção e defesa dos direitos humanos da população LGBTQIA+ no Brasil. De acordo com a pasta, o investimento permitiu que mais de 330 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social fossem atendidas pelo Programa Nacional de Fortalecimento das Casas de Acolhimento LGBTQIA+ (Acolher+).

Além disso, a Estratégia Nacional de Trabalho Digno, Educação e Geração de Renda para Pessoas LGBTQIA+ (Empodera+) possibilitou a capacitação de mais de 5 mil pessoas por meio de programas e iniciativas que promovem autonomia econômica, geração de renda e ampliação de oportunidades.

Para a secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, esse foi o maior orçamento da história. “A gente está aqui no corpo a corpo mostrando para as pessoas o que nós conseguimos fazer mesmo com o apagão que tivemos [no governo anterior], com o desmonte que tivemos.”

A secretária destacou que o investimento do governo federal foi destinado principalmente para ações de empregabilidade, trabalho digno e acolhimento das pessoas LGBT+ em situação de vulnerabilidade.

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Valmir
5 de junho de 2026 10:41

Esse discurso desses problemáticos que se autodescriminam, querendo colocar vantagens e guela a baixo da maioria suas preferência sexuais tá hora de trocar o governo e o resto que vá se tratar.

Luis Henrique Silveira da Silva
5 de junho de 2026 09:52

Claramente que é eleitoreiro

Eloa Gute
5 de junho de 2026 08:14

Só falta nos termos que pagar um salário mínimo para essa gente, que é igual a todo, tem saúde, são inteligentes e podem viver com a sociedade normalmente. Os melhores cabeleireiros que a conheci foram eles e maquinações também! São muito bom no que fazem.

Eloa Gute
5 de junho de 2026 08:16
Responder para  Eloa Gute

Maquiagem

Eloa Gute
5 de junho de 2026 08:09

Que direito??? Esse é o mal do Brasil, sempre achei que perante a justiça e tudo mais temos os mesmos direitos, e não ficar classificando negro, branco, LGBT e outros, como se não fossem gente!

Marcos
5 de junho de 2026 07:48

O objetivo é angariar votos desses segmentos. Esse programa na verdade deveria ser para todas as pessoas, uma questão social, independente de sexo, cor e religião.

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