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Economia Governo federal prepara linha de crédito para empresas afetadas pelo tarifaço

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Segundo informou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, as medidas a serem anunciadas nas duas frentes lidam com impactos aqui no Brasil de medidas externas

Foto: Arquivo/CNI
(Foto: Arquivo/CNI)

O governo federal fecha nos próximos dias uma série de medidas para conter o impacto econômico tanto do novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil quanto da alta do preço dos insumos de fertilizantes, necessários para o agronegócio e impactados pela guerra no Oriente Médio.

Segundo informou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, as medidas a serem anunciadas nas duas frentes lidam com impactos aqui no Brasil de medidas externas.

Uma dessas medidas diz respeito a abertura de uma linha de crédito para empresas misturadoras, que fazem as combinações que resultam nos fertilizantes. A outra, tem a ver com investimentos, como uma forma de complemento ao Plano Brasil Soberano, mas ainda não há muitos detalhes.

Nesse último caso, há a possibilidade de lançamento de linhas de crédito às empresas afetadas, mas com a exigência da manutenção dos postos de trabalho.

O Plano Brasil Soberano é programa do governo que oferece linhas de crédito e outras formas de apoio a empresas afetadas por crises externas, como o tarifaço dos Estados Unidos. Ele foi criado no ano passado por meio de medida provisória e estruturado em três eixos principais: fortalecimento do setor produtivo, proteção aos trabalhadores e diplomacia comercial

Ainda segundo o ministro da Fazenda, a ajuda pontual às empresas afetadas não significará a ampliação de gastos públicos de forma descontrolada. O tarifaço de 25% para mais de 2 mil produtos exportados aos EUA começa a valer nesta quarta-feira (22).

Nesse contexto, o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros da Fazenda e da Indústria e Comércio se reúnem nesta terça-feira (21) com setores afetados. Entre os setores mais atingidos pelas novas tarifas estão o de móveis, calçados e máquinas e equipamentos. O objetivo do governo é ouvir as necessidades dos empresários e ajudar na busca de novos mercados e na sobrevivência de empresas.

Ajuda às empresas

A ajuda anunciada pelo governo deve ocorrer em etapas, de forma pontual e com exigência de contrapartidas pelas empresas, como manutenção de pelo menos parte dos empregos.

Conforme integrantes do governo, a ajuda não deve ocorrer com cotas para exportação ou desonerações. Isso quer dizer que a estratégia não deve girar em torno da definição de limites para quantidade de produtos exportados ou na redução ou retirada de impostos para amenizar custos das empresas.

Segundo técnicos que desenharam a medida, o governo busca um complemento ao Plano Brasil Soberano, criado no ano passado com o objetivo de fortalecer a produção nacional e mitigar os efeitos das tarifas impostas pelos EUA.

Ainda segundo esses técnicos, a ideia é identificar empresas que continuam enfrentando dificuldades mesmo após as medidas já adotadas e oferecer instrumentos adicionais, principalmente linhas de crédito para custeio e investimentos.

Além do tarifaço que entra em vigor nesta quarta-feira, ministros já se preparam para a nova tarifa adicional de 12,5%, que, segundo integrantes do governo, pode já ser anunciada nesta quarta e que deve afetar Brasil e outros 59 países.

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Rolldart
21 de julho de 2026 22:31

e mais uma vez a completa falta de discernimento administrativo do DESGOVERNO PERDULÁRIO vai criar linha de crédito para o empresário se endividar mais ainda…
é somente mais uma tentativa de forçar a falência da iniciativa privada…
BRAZIL UM PAÍS DE TOLOS.

Eloa Gute
21 de julho de 2026 18:05

O Brasil tem produzir o seu próprio adubo, nem sei quem fechou as fábricas de adubos no Brasil? Aliás, tem é pode fabricar muita coisa, sem depender de malévolo!

MIRO
21 de julho de 2026 16:36

VAGABUNDO…..com o maior Juro do Mundo???…..Só vai ajudar teus cumpanheiros banqueiros…

O Brasil atingiu um novo recorde histórico de inadimplência empresarial, registrando 9 milhões de CNPJs negativados. O volume de dívidas dessas empresas superou a marca de R$ 229,9 bilhões. Os micro e pequenos negócios representam a imensa maioria desse cenário…

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