Quinta-feira, 14 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 6 de agosto de 2015
O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), reuniu-se, na manhã desta quinta-feira (6), com os deputados da base aliada para definir as prioridades do pacote de medidas que será enviado para Assembleia para combater a difícil situação financeira do Estado.
Entre os projetos apontados estão a extinção de algumas empresas públicas, privatização, e um possível ajuste fiscal.
Para o deputado Adão Villaverde (PT), da oposição, um governo é feito de opções. E as opções tomadas pelo atual governo agravam a crise.
“O problema se agrava pelas as opções [tomadas] pelo atual governo. Ele fez uma opção e vai tornar a crise incontrolável. Ele utiliza os servidores como ‘bode expiatório’, joga o problema na sociedade, cria uma comissão e se exime de sua tarefa como governador”, destacou o deputado.
Parlamentares da bancada do PT propuseram alternativas para a instabilidade que se instaurou. Uma delas foi o projeto de lei protocolado pela bancada petista e outros partidos de oposição, autorizando o governo a aumentar os saques dos depósitos judiciais de 85% para 95%. Essa medida permitiria que o governo sacasse 1 bilhão reais, o que garantiria o pagamento da folha do funcionalismo por três meses.
O governo declarou-se contrário, afirmando que os juros podem ser muito altos.
Villaverde também declarou que é contra a privatização e que, se fosse tomada essa medida, de vender as empresas públicas, em primeiro lugar, a sociedade deveria ser ouvida, com a realização de um plebiscito.
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