Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 8 de abril de 2025
Um primeiro radar foi contratado no ano passado e instalado no Morro da Polícia, em Porto Alegre
Foto: Jürgen Mayrhofer/SecomO governo do Rio Grande do Sul publicou na segunda-feira (7) um edital para a contratação de três novos radares meteorológicos para o Estado a fim de prever eventos climáticos extremos. A medida faz parte do Plano Rio Grande, programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática que propõe medidas para atenuar os impactos causados pelas enchentes que assolaram o Estado em 2024.
Um primeiro radar foi contratado no ano passado e instalado no Morro da Polícia, em Porto Alegre. O equipamento está em funcionamento desde setembro.
Os novos radares deverão ser instalados, conforme estudos técnicos, nas regiões Oeste, Serra e Sul, cobrindo a totalidade do Estado. O objetivo da contratação é qualificar a prestação de serviços de monitoramento meteorológico e geológico, com o fornecimento de três radares com tecnologia de Banda “S” para monitoramento do território gaúcho.
A iniciativa está inserida na Política Estadual de Proteção e Defesa Civil e visa fortalecer o sistema estadual, aprimorando a gestão de riscos e desastres da Defesa Civil do Estado. O edital ocorre na modalidade pregão eletrônico. A abertura das propostas será feita no dia 24 deste mês, a partir das 9h. O critério de julgamento é o de menor preço.
Projetos
Segundo o governo do Estado, a contratação de novos radares está integrada a outros projetos, também inseridos no Plano Rio Grande, de preparação e qualificação da capacidade de informações e alertas com mais precisão para salvar vidas.
Fazem parte desse contexto preparatório para atuar melhor em crises meteorológicas o Mapeamento Topográfico, Levantamento Batimétrico, Estações Hidrometeorológicas, Modelagem Hidrodinâmica e o Centro Estadual de Gestão Integrada de Riscos e Desastres. Todas as iniciativas estão em andamento.
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Dinheiro posto fora no lixo. Não resolve PREVER as catástrofes, se obras pra resolver os problemas não forem executadas. Parece que nada está sendo feito. O MP não quer resolver os problemas no dique do bairro Sarandi. Mesmo que resolva, Cachoeirinha via ficar debaixo dágua com as águas do rio Gravataí. Cobertor CURTO deixa os pés de fora.