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Rio Grande do Sul Governo gaúcho recebe novo lote de vacinas da gripe e reforça envio aos municípios

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No Rio Grande do Sul, cerca de 5,2 milhões de pessoas estão aptas a receber a vacina contra a gripe.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)
As vacinas ofertadas pelo SUS (Sistema Único de Saúde) são as mais atualizadas contra as cepas em circulação. (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil))

O governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES), realiza nesta semana a distribuição de um novo lote de vacinas contra a gripe (influenza) para os municípios gaúchos. Ao todo, mais de 900 mil doses serão encaminhadas às prefeituras na quinta-feira (9), por meio das coordenadorias regionais de saúde, reforçando a campanha de imunização em todo o estado.

As doses integram o terceiro lote enviado pelo Ministério da Saúde do Brasil, recebido pelo estado nesta quarta-feira (8). Com a nova remessa, o Rio Grande do Sul já contabiliza 1.784.000 doses disponibilizadas para a estratégia de vacinação contra a influenza em 2026. Desse total, 1.686.570 já foram distribuídas aos municípios.

A campanha de vacinação teve início oficial em 28 de março, quando algumas cidades promoveram ações especiais de mobilização. Até o momento, cerca de 474 mil doses foram aplicadas no estado. Entre os grupos prioritários — crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes — a cobertura vacinal está em 11,1%. Esses públicos concentram aproximadamente 347 mil das doses já administradas. A meta estabelecida é atingir 90% de cobertura nesses grupos.

No Rio Grande do Sul, cerca de 5,2 milhões de pessoas estão aptas a receber a vacina contra a gripe. O vírus influenza pode provocar doenças respiratórias que variam de quadros leves a graves, podendo exigir hospitalização, especialmente entre crianças pequenas e idosos. Os sintomas mais comuns incluem febre alta, dores no corpo, dor de garganta, dor de cabeça, coriza, tosse e cansaço intenso.

A vacinação é considerada a principal forma de prevenção contra complicações da doença, contribuindo para a redução de internações e óbitos, além de ajudar a conter a circulação do vírus. A SES orienta que pessoas pertencentes aos grupos prioritários procurem as unidades de saúde assim que a vacina estiver disponível em seus municípios.

A proteção conferida pela vacina não é imediata. O organismo leva, em média, de duas a quatro semanas para atingir o nível máximo de imunidade. Por isso, a recomendação é que a imunização seja feita o quanto antes, garantindo proteção antes do período de maior circulação do vírus, que ocorre durante o inverno. A eficácia da vacina é mais elevada nos primeiros meses após a aplicação e pode durar de seis a 12 meses, motivo pelo qual a vacinação é indicada anualmente.

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