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Cláudio Humberto Governo prepara retaliação contra MDB e PSD

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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Dentro do Palácio do Planalto, que inclui Casa Civil, Secretaria de Relações Institucionais, Secretaria de Comunicação e o próprio Lula, existe a certeza de que o MDB e o PSD são os “traidores” que impuseram semana de humilhação e derrotas ao governo, com a rejeição de Jorge Messias (AGU) e a derrubada do veto ao projeto de redução de penas, o tal “PL da dosimetria”. Como a votação de indicados ao STF é secreta, o palácio só esperou um dia para puxar os votos do veto.

Até tu?

No MDB, o senador governista Eduardo Braga (AM), por exemplo, surpreendeu lulistas ao votar para derrubar o veto a dosimetria.

Chumbo trocado

Braga, que precisa renovar o mandato, anda insatisfeito com o PT amazonense, que pretende lançar Marcelo Ramos ao Senado.

Traição amazonense

Ainda no Amazonas, mas no PSD, o lulista Omar Aziz também engrossou a derrota do governo e enterrou o veto a redução de penas.

Retaliação rápida

A expectativa é que a as exonerações de indicados dos dois partidos no governo Lula tenham início já nos próximos dias.

Ligado ao ‘voo da mala’ de Motta foi alvo de CPI

Apontado pela Polícia Federal como dono do avião em que estava o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), Fernandin OIG teve o indiciamento pedido na CPI das Bets pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. O relatório da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) foi rejeitado. O avião particular que transportou Motta pousou em São Roque (SP), em 20 de abril de 2025, e as bagagens driblaram a fiscalização e não passaram pelo raio-x.

Blindagem suprema

Fernando chegou a comparecer à CPI, mas falou o que quis e quando quis. Estava protegido por habeas corpus concedido pelo STF.

Já te vi

Antes da CPI das Bets, o suposto dono do avião que levou Motta foi convidado em outra CPI, a que investigou Pirâmides Financeiras.

Doutor Fernandin

Na CPI da Câmara, em 2023, a vida foi bem mais fácil. Tido como “especialista” foi falar sobre “boas práticas” sobre criptoativos.

Evento raro

A última vez que o Congresso havia derrubado um veto de Lula (PT) foi em dezembro de 2023, quando reestabeleceu trechos da lei do marco temporal das terras indígenas que o presidente havia barrado.

Base esfarelada

Na votação que derrubou os vetos de Lula ao projeto da dosimetria, só seis partidos votaram 100% conforme orientação do governo para manter o veto, PT e os puxadinhos de sempre: PCdoB, Psol, PDT, PV e Rede.

Adiante

Para Rogério Marinho (PL-RN), a queda do veto de Lula ao PL da Dosimetria “é a derrota de um projeto de poder baseado no rancor”. O senador diz ainda que o Brasil quer virar a página e seguir em frente.

Não votou, mas…

O ex-vice-presidente Hamilton Mourão (Rep-RS) não estava presente na sessão que analisou o veto de Lula, alegou problemas técnicos e não votou. Mas fez questão de registrar em ata que foi a favor da derrubada.

Gastança sem freio

Bateu os R$80,7 bilhões o déficit de março do setor público consolidado, que reúne União, Estados, municípios e estatais. É o pior resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2002.

Presente e futuro

Ao publicar foto ao lado de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Alfredo Gaspar (PL-AL) afirmou: “O Brasil vai se reerguer, o sistema será desaparelhado e faremos valer a Constituição. Esses propósitos têm uma liderança”.

Não é ringue

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e outros parlamentares de oposição foram alvos de ataques de assessores ligados ao governo Lula ao chegar na sessão da derrubada do veto à Dosimetria. Foi necessária até a intervenção da Polícia Legislativa, que removeu os agressores.

Talaricagem

O burburinho na votação que derrubou o veto de Lula ao projeto da dosimetria era para identificar quem usou o microfone para acusar a deputada Talíria Petrone (Psol-SP) de “tomar o marido da colega”.

Pensando bem…

…no Congresso, resultado de votação vale mais que qualquer pesquisa.

PODER SEM PUDOR

Saída pela direita

O deputado Paes de Andrade (CE) integrava uma missão parlamentar que visitava a então Tcheco-Eslováquia quando recebeu a notícia de que o regime militar cassara o mandato do valente deputado Chico Pinto (BA), seu colega de MDB. Mais tarde, na recepção oferecida pelos anfitriões, Paes de Andrade fez – em francês – um vigoroso discurso contra aquela violência da ditadura. Ao final, ele perguntou ao deputado Célio Borja (Arena), sentado ao lado, o que achou do discurso. O governista Borja saiu pela tangente: “Achei o seu francês péssimo…”.

(Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos – Instagram: @diariodopoder)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Luis Henrique Silveira da Silva
2 de maio de 2026 08:45

Sempre a mesma mensagem, golpe, Collor , golpista , o Sr Lula que vá para casa cuidar da Janja , já deu chega de miséria.

ochoavanderlei@gmail.com
2 de maio de 2026 06:51

Achoismos, intrigas e cia. LTDA. Esse deveria ser o título, todos os dias na coluna do colunista cabo eleitoral da direita golpista. Como mentem é acha. Profissional que só confunde o povo. Obejyivo; apoiar a direita golpista. O colunista fez parte do governo mais corrupto de todos os tempos, o governo COLLOR. COLLOR foi impichado por alta corrupção e ficou inelegível por 8 anos. Em 2000 voltou à política. Hoje encontra-se 0preso novamente por corrupção. O colunista agora está aliado à jair MESSIAS, preso por golpe de estado. Esses são os PARCEIROS do colunista. Tá bem de cumpanheiros, eih colunista???

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