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Geral Greve geral atinge o transporte coletivo e provoca bloqueios de ruas e estradas no Rio Grande do Sul e em outros Estados

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Agentes da EPTC auxiliam na liberação da avenida Bento Gonçalves, em Porto Alegre (Foto: EPTC/Divulgação)

Representantes de centrais sindicais e trabalhadores realizam protestos em todo o País nesta sexta-feira (28). Uma greve geral foi convocada em repúdio à lei da terceirização e às reformas da Previdência e trabalhista. Os atos ocorrem no RS e em mais 25 Estados, além do Distrito Federal.

Em Porto Alegre, a paralisação afeta o transporte coletivo. Os ônibus não estão circulando desde o início da manhã. Conforme a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação), somente as lotações funcionam. Esses veículos foram autorizados a transportar passageiros em pé. Há congestionamentos no trânsito, principalmente na região central.

Os ônibus também não circulam em cidades da Região Metropolitana e no interior do Estado, em municípios como Sapiranga, Caxias do Sul, Pelotas e Rio Grande. Os trens da Trensurb também estão inoperantes. Em nota oficial, a empresa afirmou que “pessoas alinhadas aos movimentos grevistas” invadiram os trilhos impossibilitando a saída dos veículos.

Por volta das 6h, manifestantes atearam fogo em pneus e bloquearam a avenida Bento Gonçalves, na Capital, próximo ao campus da Ufrgs, no sentido bairro-Centro. A via já foi liberada. Também foram registrados bloqueios nas avenidas Baltazar de Oliveira Garcia, Assis Brasil, Mauá e da Legalidade. No fim da manhã, manifestantes concentraram-se na rua Siqueira Campos, em frente à prefeitura, e na avenida Praia de Belas, conforme a EPTC.

O trânsito foi interrompido, com queima de pneus, na BR-290, nos quilômetros 97 e 99 (vídeo abaixo); na BR-166, no quilômetro 246; e na BR-386, no quilômetro 433.

Protesto na Siqueira Campos (Foto: EPTC/Divulgação)

Protesto na Siqueira Campos (Foto: EPTC/Divulgação)

Serviços essenciais

A prefeitura de Porto Alegre informou que, apesar da greve, está mantendo nesta sexta-feira os serviços essenciais à população nas áreas da saúde, urbanismo e administrativa. O Executivo municipal afirmou que está trabalhando para minimizar os efeitos da paralisação.

 

 

 

 

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