Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 28 de maio de 2025
O grupo de extermínio alvo da operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) nessa quarta-feira (28) utilizava drones e prostitutas como instrumentos de espionagem. A investigação, autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve como ponto de partida o assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto a tiros em Mato Grosso.
Zampieri é considerado peça central no inquérito. Em seu celular, os investigadores encontraram registros de negociações envolvendo a venda de sentenças judiciais, com menções a juízes de diversos tribunais país afora e até a gabinetes de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Esses dados revelaram um esquema complexo, em que decisões judiciais seriam comercializadas de maneira clandestina, envolvendo figuras do Judiciário e operadores externos.
A PF cumpre cinco mandados de prisão nesta fase da operação. Os alvos são integrantes da agência de “espionagem e extermínio”, formada por militares da ativa, da reserva e também civis. Trata-se de um núcleo que operava de forma organizada, com divisão de tarefas e atuação voltada ao monitoramento ilegal de autoridades, além da eliminação física de alvos considerados estratégicos pelo grupo.
De acordo com a apuração, o grupo mantinha uma tabela de preços de espionagem conforme o perfil da pessoa a ser vigiada. Os valores variavam de acordo com o grau de influência política dos alvos:
* Ministros do STF: R$ 250 mil;
* Senadores: R$ 150 mil;
* Deputados: R$ 100 mil.
Essa estrutura de tarifação demonstra o grau de sofisticação e audácia do grupo, que operava à margem da lei utilizando recursos tecnológicos, como drones, e recursos humanos aliciados, como acompanhantes de luxo, para acessar ambientes privados e obter informações sensíveis.
Esta é a sétima fase da operação que investiga o suposto esquema de venda de decisões judiciais nos tribunais de Mato Grosso e no STJ. Foi durante essas apurações que a organização criminosa voltada para a prática de homicídios por encomenda e espionagem ilegal veio à tona.
O grupo se autodenominava “Comando C4”, sigla para “Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos”, refletindo um discurso radical e ideológico que justificaria suas ações clandestinas.
O nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) é mencionado nas anotações do grupo como sendo um alvo de interesse. Segundo os investigadores, Pacheco estava “na mira” do grupo, mas apenas a análise completa do material apreendido poderá determinar o nível de ameaça e as razões exatas por trás desse monitoramento.
Em nota oficial, Pacheco afirmou: “Externo meu repúdio em razão da gravidade que representa à democracia a intimidação a autoridades no Brasil, com a descoberta de um grupo criminoso, conforme investigação da Polícia Federal, que espiona, ameaça e constrange, como se o país fosse uma terra sem leis. Que as autoridades competentes façam prevalecer a lei, a ordem e a competente investigação sobre esse fato estarrecedor trazido à luz.”
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Baboseira impressionante se existe o tal grupo e este está aí para exterminar políticos mal feitores e ministros malignos à sociedade, onde estão os corpos das vítimas, quem são os componentes do grupo, onde e como agiam.
Muito estranho, parece mais uma narrativa sem fundamento.
Acorda MOCORONGO
Li atentamente o texto e, ao contrário das mentes superdotadas que tudo sabem, não vi argumento algum ligando tais criminosos à ideologia da direita exclusivamente, assim como da esquerda, pois não considero alguém que apenas pensa diferente de mim, um inimigo ou um criminoso. Criminosos temos em todas as esferas, inclusive, governando o pais.
Mais um enredo para a próxima mini-série da Grobo: “O Górpi”…
Cúmplice de Eduardo Bolsonaro, Figueiredo se irrita e recua após divulgar “lista de sancionados”
Afoito com a medida de Trump, que nada tem a ver com sanções pela Lei Magnitsky propagadas por Eduardo, Paulo Figueiredo divulgou lista fake nas redes, deu chilique ao ser cobrado por seguidores e teve que desmentir.
🚨🚨🚨 RETARDADOS da EXTREMA DIREITA
🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
FAKE
Enquanto isso a EXTREMA ESQUERDA tenta executar seus opositores… caso do Adélio Bispo. Esqueçeram esquerdistas hipócritas?