Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
19°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Bolsa brasileira fecha a 140 mil pontos pela primeira vez na história; dólar avança a R$ 5,66

Compartilhe esta notícia:

A Bolsa brasileira encerrou em alta de 0,34%, aos 140.110 pontos

Foto: EBC
A Bolsa brasileira encerrou em alta de 0,34%, aos 140.110 pontos. (Foto: EBC)

O Ibovespa encerrou em alta nessa terça-feira (20) e bateu um novo recorde, fechando aos 140 mil pontos pela primeira vez na história. O dólar também subiu e fechou cotado a R$ 5,66.

Investidores monitoraram o noticiário corporativo e ficaram de olho em novas falas de autoridades do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), após o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela agência de classificação de risco Moody’s, ocorrido no fim da semana passada.

A nota da maior economia do mundo desceu em um degrau, de “AAA” para “AA1” e teve a perspectiva alterada de “negativa” para “estável”. Segundo a Moody’s, o aumento da dívida dos EUA intensificou as preocupações dos investidores quanto à sustentabilidade das contas públicas do país.

A agência Moody’s citou o aumento da dívida e os juros a níveis “significativamente mais altos do que os de [países] soberanos com classificação semelhante”.

“As sucessivas administrações e o Congresso dos EUA falharam em chegar a um acordo sobre medidas para reverter a tendência de grandes déficits fiscais anuais e custos crescentes de juros”, disse a Moody’s em um comunicado.

O receio com a dívida de US$ 36 trilhões dos EUA também aumentou à medida que os republicanos buscam aprovar um pacote de cortes de impostos do presidente Donald Trump, que poderia adicionar de US$ 3 trilhões a US$ 5 trilhões em novas dívidas na próxima década.

O mercado acompanha os pronunciamentos para avaliar a reação da instituição ao rebaixamento e tentar antecipar quais medidas o banco central americano poderá adotar na condução da política de juros.

Nesta terça-feira (20), o presidente da distrital do Fed em St. Louis, Alberto Musalem, afirmou que as incertezas em relação às políticas de Trump podem afetar a economia e aumentar os preços no país. Os diretores do Fed devem se dividir entre os que preferem aguardar novos dados econômicos antes de tomar decisões e os que darão ênfase à desaceleração da inflação e ao acordo entre EUA e China — que, embora represente uma trégua na guerra comercial, tem duração prevista de apenas 90 dias.

Atualmente, os investidores esperam que o Fed promova ao menos dois cortes na taxa de juros, de 0,25 ponto percentual cada, até o final do ano. O primeiro ajuste é aguardado para setembro.

Nesta terça, o dólar subiu 0,26%, cotado a R$ 5,6692. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,6831. Com o resultado, acumulou alta de 0,01% na semana; queda de 0,14% no mês; e perda de 8,26% no ano. Na véspera, a moeda americana fechou em queda de 0,25%, cotada a R$ 5,6546.

Já o Ibovespa encerrou em alta de 0,34%, aos 140.110 pontos, um novo recorde. Na véspera, o índice fechou em alta de 0,32%, aos 139.636 pontos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 0,32% na semana; avanço de 3,38% no mês; e ganho de 16,09% no ano.

 

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
Bidio Rosa
21 de maio de 2025 09:01

Cadê o Gado?

Desculpa Estão Fazendo Pix
Ajudar Bolsonaro?

Espanha ordena que Airbnb remova 66 mil anúncios de aluguel
Camisa 10 do Inter, Alan Patrick entra no radar da Seleção Brasileira de Ancelotti
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x