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Economia Ibovespa deve fechar a 195 mil pontos em 2026, aponta estudo

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No primeiro mês do ano, o Ibovespa acumulou uma alta de quase 13%

Foto: Divulgação/B3
No primeiro mês do ano, o Ibovespa acumulou uma alta de quase 13%. (Foto: Divulgação/B3)

De acordo com projeções de estrategistas consultados entre 13 e 24 de fevereiro, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, deve encerrar o ano em 195 mil pontos, uma alta de pouco mais de 3% em relação ao fechamento da véspera. É o que aponta pesquisa da Reuters divulgada nesta terça-feira (24). No primeiro mês do ano, o Ibovespa acumulou uma alta de quase 13% e até a segunda-feira (23) somava ganho de cerca 4% em fevereiro.

“O mercado de ações brasileiro está respondendo mais à dinâmica da rotação global, com fluxos migrando para mercados emergentes”, disse o gestor Frederico Nobre, sócio na Warren Investimentos.

O Ibovespa até deu um pouco de esperança nesta segunda-feira, ao conseguir renovar a máxima histórica e chegar pela primeira vez aos 191 mil, com 191.002,54 pontos. Mas foi um breve sopro de alegria. Logo, o índice voltou a esfriar e terminou com baixa consistente de 0,88% aos 188.853,49 pontos, uma queda de 1.680,93 pontos.

A esperança frustrada do Ibovespa vem carregada com uma boa dose de lamentação da gélida Wall Street, abatida por uma tempestade de neve e por um governo Trump pistola e inconformado com a decisão da Suprema Corte dos EUA, que sexta-feira (20) suspendeu a legalidade das tarifas e resetou a política comercial de Donald Trump.

A alegria foi fugaz. No mesmo dia, Trump anunciou novas tarifas globais, agora de 10% para todo mundo, sem estudos, sem apresentação para a imprensa, sem PowerPoint, sem gráficos, sem tabelas, nada. Dez por cento. Que também duraram pouco. No dia seguinte, disse que não eram mais 10%. Eram 15%. E renovou ataques à Suprema Corte dos EUA, prometendo novas tarifas.

O mercado até tentou agir com tranquilidade, com uma naturalidade forçada. “A grande questão para a economia é o que acontecerá depois desse período, e se a política tarifária continuar nesse caminho, podemos muito bem estar de volta à Suprema Corte ainda este ano”, disse à CNBC Michael Landsberg, diretor de investimentos da Landsberg Bennett Private Wealth Management. “A tensão em torno das tarifas provavelmente será um tema de distração para os mercados pelo resto do ano, embora com menos volatilidade do que o choque inicial em abril passado”.

Não foi bem assim o sentimento predominante. Os principais índices em Nova York derreteram como gelo no verão. Todos perderam mais de 1%. A XP destacou que a nova medida reacendeu incertezas sobre inflação e crescimento global. Até por isso, as Bolsas europeias titubearam e ficaram sem direção definida, em um cenário agravado por denúncia de que Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, recebeu um dinheiro que não poderia ter recebido no exercício do cargo.

Para piorar, o setor de tecnologia voltou a pressionar Wall Street. Daí, o ouro voltou a acelerar, com quase 3% de alta, e o Bitcoin tornou a cair forte. Vem sendo um longo e indigesto inverno no Hemisfério Norte. (Com informações da CNN Brasil e InfoMoney)

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Vanderlei Ochoa
24 de fevereiro de 2026 16:50

Brasil do povo honesto e do ESTADISTA LULA dando certo, bem ao contrário da expectativa da direita golpista que afirmava que Brasil viraria uma Venezuela. Parabéns ao governo competente do ESTADISTA LULA.

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