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Celebridades Indicado em quatro categorias no Oscar, “O Agente Secreto” fica sem estatueta

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Wagner Moura concorria a melhor ator. (Foto: Frederic J. Brown/AFP)

Indicado a quatro categorias no Oscar, o longa-metragem brasileiro “O Agente Secreto” acabou preterido em todas – Filme, Ator (Wagner Moura), Filme Internacional e Seleção de Elenco. A 98ª cerimônia na história da premiação foi realizada na noite desse domingo (15), no Dolby Theatre, em Los Angeles (EUA), pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

O Brasil concorria, ainda, com Adolpho Veloso na disputa à estatueta de Melhor Fotografia, pelo filme “Sonhos de Trem”. Ele também foi preterido.

Ambientado na cidade de Recife (PE), “O Agente Secreto” é um thriller político sobre um professor (papel de Wagner Moura), que foge de um passado misterioso e retorna à cidade em em 1977, durante a ditadura militar (1964-1985). Ele não demora a perceber, entretanto, que está longe de ter encontrado o refúgio que procurava.

A produção é coestrelada por Maria Fernanda Cândido (“Terra Nostra”), Gabriel Leone (“Dom”), Isabél Zuaa (“O Nó do Diabo”) e Alice Carvalho (“Cangaço Novo”), dentre outros nomes. Recentemente, o longa entrou no catálogo do serviço de streaming Netflix, além de continuar em cartaz em diversos cinemas do País.

“Uma Batalha Após a Outra” confirmou o favoritismo ao ganhar o prêmio de Melhor Filme e outras cinco categorias. Confira, a seguir, os vencedores de algumas das principais categorias.

Melhor filme

“Uma batalha após a outra”.

Atriz

Jessie Buckley, por “Hamnet: A vida antes de Hamlet”.

Ator

Michael B. Jordan, por “Pecadores”.

Atriz coadjuvante

Amy Madigan, por “A hora do mal”.

Ator coadjuvante

Sean Penn, por “Uma batalha após a outra”.

Direção

Paul Thomas Anderson, por “Uma batalha após a outra”.

Filme internacional

“Valor sentimental” (Noruega).

Fotografia

“Pecadores”.

Trilha sonora original

“Pecadores”.

Roteiro original

“Pecadores’.

Roteiro adaptado

“Uma batalha após a outra”

Documentário em curta-metragem

“Quartos vazios”

Direção de arte

“Frankenstein”

Efeitos visuais

“Avatar: Fogo e cinzas”

Seleção de elenco

‘Uma batalha após a outra’.

Maquiagem e cabelo

“Frankenstein”

Figurino

“Frankenstein”

Curta-metragem com atores

“The Singers”  e “Two People Exchanging Saliva” (empatados)

Animação de curta-metragem

“The Girl Who Cried Pearls”

Animação

“Guerreiras do K-Pop”.

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Hélio
16 de março de 2026 14:47

É sério, isso ? …
Colocaram , através do consórcio, um condenado na cadeir de Presidente …
e querem falar em golpe ?

A desonestidade intelectual, da esquerda radical, não têm limites.

Vanderlei Ochoa
16 de março de 2026 10:39

A direita golpista detesta artistas que usam sua arte para trazer consciência e conhecimento para o povo. Fazer pensar é um crime para a direita golpista. Ovacionam é dão preferência para As duplas sertanejas que nada de conhecimento oferecem ao povo. Anestesiam os jovens que caem nas músicas dançantes e vazias de conteúdo. Parabéns aos artistas que tentam mostrar a verdadeira faceta da vida, com realismo do que aconteceu e acontece no nosso país.

Hélio
16 de março de 2026 09:57

Òs “Canhotos” inflados pela ” midia amiga”, estavam flanando entre as nuvens …
Aquele discurso ideológico,, provavelmente, ensaiado, por horas, diante do espelho, não pode ser proferido desta vez.

Vitor
16 de março de 2026 09:43

Tirando a questão ideológica o filme é fraco mesmo (essa que deveria ter sido desde o início o foco)…

Valmir
16 de março de 2026 08:49

O filme é uma bosta, tropa de elite o ator foi muito mais eficiente e enquanto o Brasil comunista continuar a fazer filmes comdinheiro do público ustentando esses atores globais, terem como tema sempre a política e criticas ao passado como se fossem anjos que colocam nas telas a” maldade da direita” sem lembrarem de que suasconvicções políticas são tão ou mais assassinas e perversascdo que a ditadura e queremque osamericanosengulam essa hestórinha manjada e já enterrada.

Caio Azevedo
16 de março de 2026 06:27

Quem assistiu essa porcaria?

Fernando Krause
16 de março de 2026 00:09

Quem sabe na próxima, “cumpanhero”…

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