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Rio Grande do Sul Indústria de transformação do Rio Grande do Sul fecha 2025 com alta de 1,4% no volume de vendas

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O desempenho do setor em 2025 foi puxado pelo aumento das comercializações para o exterior.

Foto: Arquivo/Agência Brasil
O desempenho do setor em 2025 foi puxado pelo aumento das comercializações para o exterior. (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

A indústria de transformação do Rio Grande do Sul teve um crescimento de 1,4% no volume de vendas (quantidade de produtos comercializados) em 2025, na comparação com o ano anterior. O desempenho do setor em 2025 foi puxado pelo aumento das comercializações para o exterior, com alta de 2,3%, e para o mercado interno, cujo aumento foi de 2,2%. As vendas para outros Estados também cresceram, mas de forma tímida, com elevação de 0,4%.

O detalhamento está divulgado no último Boletim do Volume de Vendas da Indústria de Transformação do RS, elaborado pelo governo do Estado, por meio da Receita Estadual, vinculada à Secretaria da Fazenda (Sefaz). Os dados são levantados com base nos documentos fiscais do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

No recorte por atividade industrial, a maior taxa de crescimento foi observada entre os produtos farmoquímicos e farmacêuticos, com forte alta de 23,6% em relação ao ano anterior. Na sequência, aparece a indústria de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, com avanço de 10%. Apesar disso, por terem menor participação no total de vendas da indústria de transformação, ambas as atividades exerceram impacto menor na taxa agregada.

A maior participação no total de vendas veio de produtos alimentícios, que representam quase um quarto do total de comercializações, com alta de 4,3%, e de máquinas e equipamentos, que registraram crescimento de 8,7%. O boletim também revela uma tendência de queda no volume de exportações do Estado a partir do segundo semestre do ano passado, um provável reflexo das sobretaxas impostas pelos Estados Unidos a uma série de produtos brasileiros, especialmente em agosto e setembro. Os indicadores mostram uma leve recuperação nos meses seguintes, após o recuo dos norte-americanos na alta tarifária. Mesmo assim, o movimento não foi suficiente para reverter a trajetória de queda.

A maior retração nas vendas para o exterior foi registrada na atividade de outros equipamentos de transporte, com queda de 98,7%. Também apresentaram recuos relevantes os segmentos de produtos de madeira (-20,6%) e farmoquímicos e farmacêuticos (-18,3%). Por outro lado, houve forte crescimento nas vendas externas de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, com alta de 52,7%, seguido por produtos têxteis (45,3%) e por coque e outros produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que avançaram 31,4%.

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JORGE SOUZA
8 de fevereiro de 2026 19:34

MAS O TARIFAÇO IA PIORAR, E SE PRENDESSE O EX PRESIDENTE BOLSONARO O BRASIL IA QUEBRAR, VAI ENTENDER

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