Sexta-feira, 09 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 9 de outubro de 2026
Apesar de ainda liderarem o ranking de obstáculos, as taxas de juros perderam peso em relação à pesquisa anterior da CNI
Foto: DivulgaçãoOs juros altos são o principal obstáculo para as indústrias brasileiras acessarem crédito, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (9) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Entre as empresas que tiveram dificuldades para obter financiamento de curto ou médio prazo, 76% apontaram as taxas elevadas como uma das principais barreiras. Nas operações de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os juros foram citados por 69% dos empresários.
A pesquisa ouviu 1.701 empresas industriais em todo o País, entre elas, 692 pequenas, 612 médias e 397 grandes indústrias.
Apesar de ainda liderarem o ranking de obstáculos, as taxas de juros perderam peso em relação à pesquisa anterior. Em 2025, elas eram apontadas por 80% das empresas nas operações de curto e médio prazo e por 71% nas de longo prazo.
“A queda dos juros leva um tempo para se refletir no custo do crédito, que ainda chega bastante elevado para as empresas”, afirmou a analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virgínia Colusso.
Outras barreiras
Depois dos juros, as exigências de garantias reais aparecem como o principal entrave nas operações de curto e médio prazo. O problema foi citado por 33,4% das empresas. No crédito de longo prazo, o índice ficou em 31,5%.
A burocracia foi mencionada por 13,6% dos empresários nas operações de curto e médio prazo. Já no longo prazo, a segunda dificuldade foi o prazo de carência considerado insuficiente, citado por 18,9%.
Principais obstáculos
– Juros elevados: 76% no curto/médio prazo e 69% no longo prazo.
– Garantias reais: 33,4% e 31,5%, respectivamente.
– Burocracia: 13,6% no curto/médio prazo.
– Carência insuficiente: 18,9% no longo prazo.
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Ah vá……BANCOS LUCRANDO 300 BILHOES POR ANOS …
LADRÃO TRABALHOU PARA OS GRANDES BANCOS E QUEBROU TODO MUNDO
FAZENDAS SENDO TOMADAS:………………Quebrou o Brasil….Agora é GRAVE.
Em junho de 2026, o calote no agro atingiu a marca histórica de R$ 48 bilhões, um salto assustador em comparação aos R$ 2 bilhões registrados cinco anos antes.
Principal obstáculo pra qq negócio é o Zé pilantra!! Chega de petê!!
COM CERTEZA