Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 16 de setembro de 2022
Ministro da Educação, Victor Godoy, afirmou que o MEC previu o impacto que a pandemia causaria no ensino básico.
Foto: Antonio Cruz/Agência BrasilO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta sexta-feira (16), o resultado do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2021, que revelou uma diminuição na média de aprendizado em todas as séries avaliadas.
O Saeb é um conjunto de avaliações externas em larga escala que reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelos estudantes avaliados, permitindo um diagnóstico da educação básica brasileira. A pesquisa é realizada de dois em dois anos. Participam alunos do 2º, 5º, 9º ano e dos três anos do Ensino Médio.
O resultado do Saeb é um indicativo da qualidade do ensino brasileiro, e a diminuição da média, comparada com a edição anterior, é um recorte do efeito da pandemia na educação. Em 2021, foram avaliadas 72 mil escolas públicas e privadas brasileiras, com aproximadamente 5,3 milhões de estudantes.
Língua Portuguesa
A maior queda de desempenho aconteceu com alunos do 2º ano do ensino fundamental, na disciplina de língua portuguesa. Em 2019, a média registrada entre os estudantes foi de 750 pontos; já em 2021, a média caiu para 725,5. Já em matemática, a média foi de 750 para 741, 9 pontos. As menores médias foram registradas no Pará (5º ano), Maranhão (9º ano), Acre e Tocantins (2º ano) e Amazonas (ensino médio).
O Ministro da Educação, Victor Godoy, afirmou que o MEC previu o impacto que a pandemia causaria no ensino básico e criou ações para enfrentar os problemas.
“Essas perdas são decorrentes, tanto do longo período de escolas fechadas, como também de dificuldades históricas dos nossos sistemas educacionais”, disse. Segundo o Inep, um dos impactos importantes já identificados nas duas últimas edições do Censo Escolar foi o crescimento abrupto das taxas de aprovação da rede pública entre 2020 e 2021, quando comparadas com o período pré-pandemia (2019).
Ensino fundamental
No ensino fundamental, o percentual de aprovados passou de 91,7%, em 2019, para 98,4%, no primeiro ano da pandemia (2020). Em 2021, a taxa caiu para 96,3% (ainda 4,6 pontos percentuais acima do registrado em 2019). Já no ensino médio público, a aprovação passou de 84,7%, em 2019, para 94,4% em 2020. O percentual foi reduzido para 89,8% em 2021.
O aumento da taxa de aprovação, conforme os dados, se deve aos ajustes do Conselho Nacional de Educação (CNE) nos critérios de aprovação da educação básica durante a pandemia pelo prazo de dois anos. No período, houve adoção do “continuum curricular”, o que, na prática, resultou na não reprovação dos estudantes.
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Kkkk. Fumou erva estragada. Já comprou a passagem para cuba depois das eleiçoes??
A verdadeira pandemia tem nome: bostonaro.
Fora Bozo genocida e miliciano.
LULA PRESIDENTE!!!!
Nossa,mixturando a pandemía com PT….Bolsonaristas, ao igual que as ditaduras cubana e venezuelana culpam sempre aos outros dos propios erros!!
Fechem tudo que a educação a gente vê depois…
Taí o resultado!
O Brasil já é um dos últimos colocados no PISA. Também, com 16 anos de PT, queriam o quê?
Sindicatos esquerdopatas orientaram seus soldadinhos a não darem aulas presenciais por mais de um ano… É deles esta responsabilidade!
A destruição da educação não afetou minha vida, pois aproveitei a fraudemia para ensinar tudo aquilo que o sistema sindical escolar não ensina.
Conheço muitas famílias que fizeram homeschooling e hoje têm filhos fortes e poderosos.
Hoje, meu filho tem nove anos e consegue colocar qualquer universitário petista no chinelo.
Esquerdopatas, acordem!
Abandonem sua ideologia destrutiva.
Vocês estão abrindo mão da própria liberdade para servirem de escravos aos banqueiros globalistas, que vendem progressismo para destruir as sociedades.…See more
O ensino no Brasil sempre foi ineficiente e depois do “fique em casa que depois alguém resolve” imaginem o resultado daquilo que já era falho.