Quarta-feira, 13 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia A inflação medida pelo IGPM acumula queda de 1,66% em 12 meses no Brasil

Compartilhe esta notícia:

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE. (Foto: Banco de Dados)

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou deflação (queda de preços) de 0,71% na segunda prévia de julho. A prévia do mês anterior já havia acusado deflação de 0,61%. O IGP-M acumula deflações de 2,65% em 2017 e de 1,66% em 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (19) pela Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro.

A deflação da segunda prévia de julho foi puxada pelos preços no atacado, já que o Índice de Preços ao Produtor Amplo teve deflação de 1,14%. O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, indicou inflação de 0,04%. Já o Índice Nacional do Custo da Construção registrou inflação de 0,13%.

A segunda prévia do IGP-M é calculada com base em preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

IPCA

O boletim Focus, do Banco Central, voltou a mostrar queda nas expectativas para a inflação. A mediana das projeções para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) recuou de 3,38% para 3,29% em 2017  e de 4,24% para 4,20% em 2018. As projeções apontam, ainda, a ocorrência de uma ligeira queda na estimativa para o IPCA de julho, que passa de 0,19% para 0,17%. Em 12 meses, a expectativa caiu de 4,47% para 4,37%.

A menor expectativa dos analistas para o IPCA em 2017 se mantém abaixo do piso do sistema de metas de inflação definidas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), de 3%. A mínima para o IPCA neste ano está em 2,46%, na semana anterior, menor projeção para o indicador estava em 2,71%.

Os analistas do grupo que mais acerta as previsões, o chamado “Top 5 de médio prazo”, também reduziram a projeção para o IPCA em 2017, de 3,26% para 3,08%, e para 2018, de 4,31% para 4,19%. A exemplo do mercado em geral, o grupo Top 5 de médio prazo também cortou as projeções para a taxa Selic neste ano de 8% para 7,75%, e no próximo, de 7,88% para 7,75%.

Selic

Na mediana geral dos analistas, a projeção para a Selic ao fim de 2017 caiu de 8,25% para 8%, na segunda semana consecutiva de queda. Para o fim de 2018, a aposta se manteve em 8%.

Quanto ao PIB (Produto Interno Bruto), a mediana das estimativas seguiu estável em 0,34%. Para 2018, foi mantida a projeção de crescimento de 2%. A expectativa para a produção industrial subiu de 0,84% para 0,97% neste ano e continua em 2,3% em 2018.

Capitais

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) subiu em cinco das sete capitais pesquisadas, entre elas Porto Alegre, na segunda semana de julho, de acordo com dados divulgados pela FGV (Fundação Getulio Vargas) na terça-feira (18).

Na capital gaúcha, o índice registrou variação de -0,01% no período. O resultado foi 0,08 ponto percentual superior ao verificado na primeira semana de julho (-0,09%). Nesta edição, quatro das oito classes de despesa componentes do IPC-S apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos educação, leitura e recreação e vestuário, cujas taxas passaram de 0,41% para 1% e de 0,37% para 0,80%, respectivamente.

Além de Porto Alegre, outras três capitais que registraram aceleração dos preços na segunda semana deste mês ainda continuaram com o índice negativo: Brasília (-0,41% para -0,17%), Belo Horizonte (-0,64% para -0,37%) e Rio de Janeiro (-0,21% para -0,10%). Em São Paulo, a inflação para o consumidor subiu de -0,10% para 0,07%.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Com chance de governar Reino Unido, trabalhista enfrenta rejeição
OMS faz alerta sobre grande crise de obesidade na Europa em 2030
Pode te interessar