Sexta-feira, 12 de junho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Injeção a cada dois meses será o futuro para o tratamento da aids

Compartilhe esta notícia:

Medicamento ainda não é comercializado. (Crédito: Reprodução)

Uma injeção intramuscular composta por uma combinação de dois fármacos, que será administrada a cada dois meses, se tornará nos próximos anos no principal tratamento da aids, permitindo assim aos pacientes não ter de tomar um remédio diário.

O chefe de Doenças Infecciosas e Aids do Hospital Clínic de Barcelona, na Espanha, Josep María Gatell, explicou que “a aderência ao tratamento é um dos principais problemas da doença”, já que alguns pacientes não seguem corretamente as ordens médicas, enquanto “a injeção lhes permitirá seguir o tratamento, melhorando, além disso, sua qualidade de vida”.

Gatell explicou que “este tratamento ainda não é comercializado, já que se encontra em fase 3 de estudo”, embora tenha afirmado que “se tudo correr bem, em meados de 2018 já poderia ser lançado no mercado”.

Os fármacos que compõem a injeção, segundo explicou o médico da Unidade de HIV do Hospital Vall d’Hebron de Barcelona, Esteban Ribera, “são remédios que já existiam, mas que foram reformulados com nanotecnologia, por isso, que têm uma liberação mais prolongada no organismo” e permitem abandonar a necessidade de tomá-los todos os dias.

Detecção precoce.

Por outro lado, Gatell e Ribeira destacaram a importância da detecção precoce da aids, assim como de começar o tratamento imediatamente depois do diagnóstico, já que isso ajuda a lutar melhor contra a enfermidade.

Ao se tratar de uma doença contagiosa, é fundamental “identificar as pessoas que estão infectadas e não o sabem e começar a tratá-las o mais rápido possível” já que, como afirmou Gatell, isso “não só representa um benefício para os próprios afetados, mas também para a saúde pública”, porque, deste modo, se reduz o risco de transmissão de forma inconsciente.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

A polícia está investigando a falsificação de medicamento contra o câncer no Rio Grande do Sul
Estudo revela que largar cigarro de repente é mais fácil do que redução gradual
Pode te interessar